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sexta-feira, 13 de março de 2015 Mercado Sertanejo, Música, Sucesso | 15:05

Henrique e Juliano se consagram e marcam média de 25 shows por mês: “Pelo escritório, a gente fazia mais”

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Henrique e Juliano no Villa Country (Foto: Eduardo Martins / CDC Shows e Eventos)

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Em 2013, a carreira de Henrique e Juliano começou a mudar com o sucesso de “Não tô valendo nada”. A música era uma parceria com João Neto e Frederico, mas fez a dupla alçar voo solo. Em especial, com as canções românticas que vieram a seguir.

Na noite desta quinta-feira (12), Henrique e Juliano mostraram que o sucesso veio para ficar e entraram para a história do Villa Country, umas das casas sertanejas mais conceituadas do Brasil, alcançando a lotação máxima, feito conquistado anteriormente só por Cristiano Araújo e Jorge e Mateus. No total, entre todos os espaços da casa (salão principal, restaurante e saloon) passaram 10 mil pessoas. “A gente sempre quis isso, sonhamos com o reconhecimento do público. Claro que, quando o reconhecimento vem, a quantidade desses compromissos aumentam bastante. Hoje, fazemos uma média de 22 a 25 shows no mês. Bem complicado”, pontua Henrique, que estava um pouco rouco excesso de compromissos na semana. “Estou aqui curtindo até uma rouquidão forte essa semana. Acabei machucando a voz por conta dessa correria”, explicou.

Sobre o grande número de shows, Juliano contou que a dupla pediu para não passar desse número. “Pelo escritório, a gente fazia mais. Mas pedimos pelo menos cinco dias de descanso”, afirmou. “A gente precisa de um tempo para descansar, está com a família, com os amigos. Até para a cabeça funcionar direito. Mas estamos dando conta”, completa Henrique.

2015

Após período de férias e carnaval, a dupla, como tantas outras do mercado sertanejo, iniciou de vez os trabalhos de 2015. Para este ano, o plano ainda não está totalmente desenhado, mas Henrique e Juliano devem apostar mais um pouco nas faixas do DVD gravado em Brasília, há cerca de um ano. “Estamos colhendo os frutos positivos que o DVD trouxe para gente. A agenda está bem lotada e está faltando tempo até para a gente descansar. Mas já estamos montando repertório. Não sabemos se vamos montar CD, se vai gravar um próximo DVD. Mas se formos gravar, os planos estão para o próximo semestre”, afirma Henrique.

Semanas antes, a dupla tinha outra preocupação em mente: a estreia da turnê internacional. Após a realização, Juliano falou sobre sua primeira impressão. “Foi muito frio (risos). Rapaz, me deu uma saudade do Brasil, não nasci para aquele frio. É até engraçado, porque dentro dos estabelecimentos é bem quente, mas só no percurso de sair do hotel e entrar no carro, o cara já morre de tanto frio”, se diverte o cantor. “O Juliano é bem sensível para isso”, provocou Henrique, mostrando que o clima da viagem foi de pura diversão. “Mas foi bem gostoso. Receber os brasileiros e eles cantarem lá é uma forma de eles matarem a saudade do Brasil também. Foi uma experiência muito válida chegar nos Estados Unidos, cantar e ser muito bem recebido”, analisou Henrique.

O sertanejo contou ainda que todas as casas em que se apresentaram tiveram lotação máxima e que, em Boston, pediram para que a dupla se apresentasse por mais uma noite, já que tinha ficado para fora gente suficiente para mais uma noite de shows. “Mas não deu, porque a gente tinha compromisso no Brasil e tivemos que voltar”.

Perdas no sertanejo

Antes da apresentação, Henrique e Juliano também falaram sobre as perdas recentes no sertanejo: Zé Rico e Inezita Barroso. Juliano confessou que achou que fosse mais uma piada de internet a morte do parceiro musical de Milionário. E Henrique afirmou que ficou em choque. Até porque, mesmo com carreira recente, teve muitas oportunidades de cantar ao lado de Zé Rico. “Em todos os shows, eu fazia questão de beijar o palco. Porque realmente, para nós, ele foi o rei da música sertaneja. Revolucionou o mercado e vai fazer uma falta muito grande”, pontuou Henrique.

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