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domingo, 17 de novembro de 2013 Caldas Country, Festival, Lançamento, Música | 16:58

Gusttavo Lima: “Não preciso provar mais nada para ninguém”

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Gusttavo Lima (Foto: AgNews)

Gusttavo Lima (Foto: AgNews)

Gusttavo Lima foi uma das estrelas do primeiro dia do Caldas Country, festival de música que acontece em Caldas Novas, Goiás. Antes de subir ao palco na madrugada deste sábado (16), o cantor falou sobre o CD que lança em dezembro e contará com 12 faixas. “Já recebi sete músicas prontas. A gente já sai com ‘Tô solto na night’, que vai tocar muito. Vai virar hit do verão”, apostou o cantor.

Esta e mais duas faixas são as únicas do CD focadas nos hits “chicletinhos”. “Esse CD está 80% romântico. Vou cantar o que gosto de cantar. Aquela música doída, romântica, que conta uma história”, afirmou.

As faixas mais voltadas para o romantismo, bem distantes dos hits “Balada” e “Gatinha Assanhada”, são reflexo de uma nova etapa profissional do cantor. “Estou naquela fase que estou despreocupado. Não preciso provar mais nada para ninguém. Graças a Deus, tenho meu público. A gente não vai deixar isso (os hits agitados) de lado, mas não será mais nossa prioridade. Prioridade é colocar música boa no mercado”.

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Parceria com Zezé Di Camargo

Gusttavo Lima nunca poupa elogios a Zezé Di Camargo, que trabalha em parceria com o cantor na produção do novo álbum. E se o irmão de Luciano contribui para o trabalho de Gusttavo, a recíproca também é verdadeira. E a faixa “Teorias”, novo trabalho de Zezé Di Camargo e Luciano, é prova disso, já que tem claramente os dedos de Gusttavo, em especial, na introdução. “Zezé tem um prestígio muito grande, ele pode gravar o que ele quiser. Falei pra ele ‘vamos ousar, colocar um negócio diferente, uma pegada mais universitária, um negócio mais para cima’. Você pode casar letra romântica com a batida mais para cima. O resultado é muito positivo”, afirmou.

Outro trabalho em dupla será na canção “Do outro lado da moeda”, composta por Gusttavo. A faixa estará, tanto no CD de Gusttavo, que sai em dezembro, quanto no de Zezé e Luciano, que será lançado no início de 2014. O trabalho nas rádios será simultâneo. “Isso jamais existiu na música sertaneja, dois artistas trabalhando a mesma música”.

Mas a parceria entre Zezé e Gusttavo ultrapassou o lado profissional. “Ele é um cara que me escuta muito. Hoje posso dizer que ele é meu melhor amigo, é um cara que posso contar”.

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Caldas Country, Festival, Música | 16:53

Israel Novaes escolhe primeira música de trabalho do DVD: “É uma quebradeira”

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Israel Novaes (Foto: AgNews)

Israel Novaes (Foto: AgNews)

Menos de um mês após gravar seu primeiro DVD, Israel Novaes já escolheu a música que dará o pontapé inicial no projeto. “A gente vai soltar em breve, já com clipe do DVD e está quase pronto. É uma quebradeira. Música popular, para o carnaval. Se chama ‘Tchaka’. Pelo nome já dá para sacar”, afirmou o cantor durante mais uma edição do Caldas Country, festival musical que acontece em Caldas Novas, Goiás.

Leia mais: Israel Novaes grava primeiro DVD: “Tive duas semanas para aprender 24 músicas”

Israel contou que não decidiu sozinho sobre a primeira música a ser destaque do DVD. “Sempre acreditei que as músicas de trabalho não são impostas por nós. Você sonda quem está por perto, ouve a opinião de cinco ou dez pessoas, já é uma opinião popular”.

O cantor afirmou também que, antes mesmo de

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lançar a faixa, já recebeu algumas críticas nas redes sociais. “Quando postei sobre ela, que estava finalizando, alguém comentou: ‘O Brasil está precisando de músicas que tenham letras’. E eu quase respondi que música tem que ser do povo para o povo. Quando o povo não absorve esse tipo de música, não tem sentido de ser música. Não existe música erudita. Se for só porque uns entendem de notas e outros não, acho que música é para tocar a alma”, comentou.

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Críticas

Esta não é a primeira vez que o cantor é criticado por suas canções mais “chicletes” e com menos conteúdo. E também não será a última. Mas Israel mostrou que não se importa com isso. “Aprendi com um cara que representa muito na música sertaneja – não vou falar o nome, porque não precisa –. Ele falou uma vez ‘vamos sentar e compor uma música boa’. Eu falei: ‘com letra romântica’. E ele disse que música boa é boa, independente de letra. Então é isso. É muita dor, é aquela falta de sensibilidade de saber que as coisas se renovam, assim como eles significaram uma mudança no seu tempo, existem outras mudanças. Não pode falar em sacanagem demais, mas a coisa subentendida sempre vai existir. Aquela brincadeirinha no meio da música, que dá duplo sentido. Sempre existiu”, comentou.

Ele ainda mostrou que é alheio também a grandes ícones da música sertaneja raiz, que por muitas vezes criticam a falta de letra e conteúdo nas canções atuais. “Não me preocupo com a opinião deles. Hoje em dia, já ouvi isso de muitas pessoas que eu era fã e que me decepcionaram como ídolos. Então eles não têm nada para falar para mim, porque não decepciono minhas fãs”.

Caldas Country

Israel iniciou sua carreira musical há dois anos, na edição do Caldas Country 2011. Subindo ao palco do evento pela terceira vez, ele analisa os olhares do público diante de seu trabalho, que evoluiu muito no último ano. “Quem acha que o povo é bobo, é mais bobo ainda. Se você entra acanhado, sem graça, duro, o povo sabe. Eles retribuem o carinho, a atenção, a energia que você está. Não a que você finge. Você tem que se sentir à vontade para a galera perceber isso e devolver da forma que você manda energia para eles”, afirmou o cantor.

Questionado se ele não se sentia à vontade nas últimas edições, ele é direto. “Nem na primeira nem na segunda. Eu ainda estava um pouco travado, porque era Caldas Country. É uma vitrine quando você fala de música. E também porque mudei uma parte no show um dia antes do Caldas, para querer fazer um show diferente. E não dá certo. Ontem fiz um teste um Cuiabá e pensei: ‘não vai dar certo de novo, vou fazer o que faço na estrada’”.

 

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Festival, Música | 16:47

Cristiano Araújo explica o motivo de tantas mulheres pularem no palco durante seus shows

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Cristiano Araújo dança arrocha no Caldas Country (Foto: AgNews)

Cristiano Araújo dança arrocha no Caldas Country (Foto: AgNews)

Durante os shows sertanejos, muitas garotas driblam os seguranças e invadem o palco para abraçar o artista, garantir fotos, dançar e arrancar algum beijo. Mas no show de Cristiano Araújo isso parece acontecer com ainda mais frequência. Em 2012, por exemplo, uma fã chegou a tropeçar nos fios e desligar toda a energia do palco durante o Caldas Country, em Caldas Novas (GO).

Já, durante a edição 2013 do evento, o cantor explicou o motivo de tanta loucura em cima dele. “Sabe o que acho. É porque às vezes eu danço arrocha. Não me achando, mas estou achando gostoso o que estou fazendo. Então eu passo a verdade. Acaba que as meninas gostam mais. Acho gostoso demais estar ali, dançando o arrocha e tal”, afirmou o cantor antes de subir ao palco do evento e fazer mais alguns testes sobre seu trabalho, já que Cristiano usa o Caldas para saber o que é garantia de sucesso no restante do país. “Uso aqui como um feedback. Eu não faço no show do Caldas Country o que estou fazendo no Brasil. Eu faço no Brasil o que fiz no Caldas Country. O que dá certo aqui, dá certo no Brasil inteiro”.

Talismã

Ainda no camarim, ele também comentou sua saída da Talismã, escritório de Leonardo. “Está sendo conversado ainda. Mas é aquele velho ditado. Um carro não anda com dois volantes. A Talismã é um escritório que tenho grande respeito. Aprendi muito e só tenho coisas boas para falar sobre meu ídolo, Leonardo, que, para mim, é o maior exemplo de artista no Brasil, tanto como pessoa como profissional”. Cristiano afirmou que sua saída foi bastante tranquila. “É a questão de eles e a gente entendermos que um quer uma coisa e, o outro, outra coisa. Então foi amigavelmente”.

Novo CD

Cristiano comentou ainda o sucesso das duas primeiras faixas de seu mais novo CD. “‘Caso indefinido’ sempre achei uma música muito bonita, mas nunca pensei que seria uma música de trabalho onde ela puxasse o CD inteiro. Fiquei muito surpreso com o resultado. E a ‘Maus Bocados’, sempre tive certeza que era uma música boa, porque é de uma dupla de Goiânia que se chama Gabriel e Rafael, e vi eles cantando num barzinho e o povo berrando essa música. Ela foi testada lá, então sempre soube que seria

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sucesso”.

 

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013 Música, Show | 13:05

Michel Teló planeja projeto de sertanejo raiz: “Quero mostrar nossa história, de onde a gente veio”

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Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló já tem planos para seu próximo projeto musical. O cantor, que ainda vai trabalhar a canção “Levemente alterado” do Sunset, seu DVD mais recente, vai iniciar em breve as gravações de um trabalho voltado para a música sertaneja raiz. “Tem uma coisa muito boa chegando para a gente fazer. Já vou começar a gravar com grandes convidados, grandes nomes da música sertaneja”, afirmou Teló antes de se apresentar na Woods São Paulo, na noite desta quarta-feira (13).

Leia também: Michel Teló sobre timidez: “Quando eu era moleque, não conseguia nem erguer os braços durante o show”

Entre os convidados para o projeto estão Chitãozinho e Xororó e Milionário e José Rico. “Será uma galera bacana da música sertaneja. Quero mostrar bastante da nossa história, de onde a gente veio”, afirmou o cantor.

Enquanto não chega a hora de iniciar o novo projeto, ele segue na torcida para faturar o prêmio de Melhor Álbum, no Grammy Latino, que terá sua cerimônia no dia 21 de novembro, no Mandalay Bay, em Las Vegas. “Grammy a gente nunca sabe o que a turma pensa. São grande artistas que a gente está concorrendo. São grandes discos. Só de estar participando, já fico feliz”, disse o cantor, que concorre com Marcos e Bellutti, Victor e Leo, Jorge e Mateus e João Bosco e Vinicius. “É difícil fazer uma aposta, mas espero que seja eu”, se diverte Teló. Por conta de sua agenda de show, ele não poderá comparecer a cerimônia.

Confira entrevista completa: Leo, da dupla Victor e Leo, fala sobre Grammy Latino: “Acho que esse ano vai dar. Já comprei até duas garrafas de vinho para comemorar.”

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

Michel Teló (Foto: Bruno Francco)

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013 CD, EP, Música | 18:53

Zezé Di Camargo e Luciano: alteração na data do cruzeiro “É o Amor” e lançamento de um EP

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Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

O tradicional cruzeiro “É o amor”, de Zezé Di Camargo e Luciano, que costuma zarpar entre entre os meses de fevereiro e março, não vai acontecer no início de 2014. Luciano explicou que a alteração é por conta da Copa do Mundo. “Fizemos uma pesquisa de mercado e, tirando Roberto Carlos, ninguém mais vai fazer navio, justamente por causa da Copa”, afirmou o cantor, que ainda não tem uma data definida para o próximo cruzeiro. “Provavelmente será pós-Copa, ainda em 2014. Porque graças a Deus, todos os que fizemos até hoje, deram muito certo”.

Embora Luciano saiba que faz a alegria dos fãs com o navio, ele confessou que preferia pular um ano e realizar o evento em alto-mar somente em 2015. “Detesto ficar no navio, porque passo mal para caramba. Se eu ficasse pelo menos um ano sem passar mal, eu agradeceria. Mas tenho que pensar nas pessoas que gostam desse evento, que acompanham todo ano”, declarou.

CD e EP

Se o cruzeiro ainda não tem uma data exata para acontecer, dois projetos da dupla têm. O primeiro, é um EP (CD com número reduzido de faixas), que será lançado em 3 de dezembro e contará com cinco canções. Entre elas, a nova “Teorias”, que já vem sendo trabalhada nas rádios e fez parte do repertório da turnê paulistana de Zezé Di Camargo e Luciano. Segundo Zezé, o EP é para ajudar a combater a pirataria.

Já o segundo projeto da dupla é um CD com 14 faixas, que chegará às lojas em maio de 2014.

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Música, Separação | 14:14

Thaeme anuncia Gui Bertoldo como novo parceiro musical: “Eu não queria seguir um caminho solo”

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Thaeme e Gui Beroldo, o novo Thiago do projeto Thaeme e Thiago (Foto: Divulgação)

Thaeme e Gui Beroldo, o novo Thiago do projeto Thaeme e Thiago (Foto: Divulgação)

Gui Bertoldo, ex-vocalista do grupo Tradição, foi apresentado nesta segunda-feira (11) em seu novo posto: parceiro musical de Thaeme. Com a saída de Zé Servo do projeto, Thaeme e Thiago está em nova formação. O show de estreia acontece nesta quinta-feira (14), em Cordislândia, Minas Gerais.

Leia mais: Thiago deve deixar dupla com Thaeme e vocalista do Tradição pode assumir o posto

Gui Bertoldo nasceu no Rio Grande do Sul, tem 24 anos e formou a primeira dupla na companhia do irmão, aos 13 anos de idade. “Meu primeiro brinquedo foi uma sanfona”, contou ele, que logo depois, ingressou em uma banda baile, antes de substituir Michel Teló no vocal do Tradição. Entrando pela segunda vez no lugar de um artista já renomado, Gui prefere não pensar em comparações. “Prefiro manter o projeto e pegar o meu melhor para somar na dupla”.

Durante a apresentação do cantor, Thaeme mostrou-se bastante animada com o novo parceiro de palco. “Assim que o Fernando (da dupla com Sorocaba) me mostrou o vídeo do Gui, pensei: ‘tem que ser ele’. E deu tudo certo. Ele tem tudo a ver comigo, é minha cara. Além de ser um multi-instrumentista, cantar muito e ter uma bagagem musical muito grande”, elogiou a cantora, que disse ainda que o trabalho da dupla está renovado, mas mantendo a essência do projeto Thaeme e Thiago.

Carreira solo

Muitas pessoas, inclusive a equipe da gravadora, sugeriu que Thaeme seguisse carreira solo, após a saída de Zé Servo. “Eu não queria seguir um caminho solo, então fui atrás de um Thiago”, afirmou a cantora. “O nome já é forte no mercado e me sinto bem com alguém do meu lado para interagir. A fórmula homem e mulher funciona muito bem. Agrada tanto o público masculino quanto o feminino. Prefiro ter um homem do meu lado, isso só acrescenta”, explicou Thaeme.

A decisão da cantora em ter outro artista a seu lado casou bem com o momento de Gui no Tradição. Ele já havia demonstrado a intenção de se desligar do grupo e pretendia formar uma dupla com o irmão Leko Bertoldo, que abraçou o novo projeto com Gui e, hoje, é baterista de Thaeme e Thiago. “Isso me deixou mais motivado ainda. Ele me ajuda muito nas decisões e na produção”

Saída de Thiago

Durante o anúncio, Thaeme contou que não foi fácil receber a notícia de que Zé Servo queria deixar a dupla. “Foi um baque, um susto, eu não esperava. Esperei o final de semana, depois que ele disse que deixaria o projeto, achando que ele iria repensar. Veio toda a preocupação do mundo na cabeça”, afirmou.

Servo, que inicialmente pensou em formar uma outra dupla, seguirá carreira solo e já entrou em estúdio para gravar algumas canções.

Novos trabalhos

Esta semana a dupla deve lançar um single. A canção não foi divulgada nesta segunda-feira (11), pois todo o escritório está em dúvida entre “Cê endoidou, foi?” e “Cafajeste”. “Será uma música bem chicletinho para o verão”, explicou Thaeme. Embora as duas sejam boas produções, a segunda é um pouco “mais do mesmo”, lembrando muito “Vamo mexê”, de Michel Teló. Ficamos aqui na torcida de “Cê endoidou, foi?” ser a faixa de partida deste projeto, já que traz nos acordes um momento de renovação, que tanto o projeto Thaeme e Thiago precisa agora.

O próximo passo é um EP (CD com o número de faixas reduzidas), para ser lançado em janeiro. E a ideia da gravação do DVD segue firme e deve acontecer no início de 2014.

Tradição

Com a saída de Gui e Leko, o Tradição também anunciou nesta segunda-feira (11) seus novos artistas. Entram Patrick Redder no vocal, e Léu Prado, na bateria. “Conheço o Patrick e foi um dos caras que eu indiquei. A formação musical dele é toda em cima do Tradição”, afirmou Gui.

Thaeme e Gui Beroldo, o novo Thiago do projeto Thaeme e Thiago (Foto: Divulgação)

Thaeme e Gui Beroldo, o novo Thiago do projeto Thaeme e Thiago (Foto: Divulgação)

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domingo, 10 de novembro de 2013 Show, Turnê | 23:23

Luciano: “Wanessa vai dirigir total nosso show no ano que vem”

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Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Chegou ao fim, neste domingo (10), mais uma temporada de shows de Zezé Di Camargo e Luciano, no Credicard Hall, em São Paulo. Os quatro dias de apresentações contaram com a casa cheia e a presença da família dos cantores na primeira fila. Flávia Camargo, Zilu, Camilla, Luciele Di Camargo e Wanessa, foram algumas das que passaram por lá. Wanessa, aliás, não só esteve na casa como foi a responsável por deixar sua marca no show da dupla. “Já era uma vontade minha desde anterior a esse show, que ela participasse. Mas na época não deu certo, porque ela estava cheia de compromisso. Agora, ela deu um upgrade nesse show, porque ele já estava pronto. Só que ela mudou a concepção”, contou Luciano.

O cantor afirmou que a sobrinha alterou as imagens da apresentação nos nove dias que antecederam a turnê. E, no palco, ele ainda brincou que Wanessa orientou que eles falassem menos e cantassem mais. “Falei para ela: ‘ano que vem, quero que você faça a direção total do show’. Ela tem competência para isso e eu falo sempre que ela é um foguete, um furacão. Ela está sempre um passo a mais, à frente da gente. Ela é muito antenada em tudo”.

Luciano lembrou ainda que Wanessa já deu alguns toques na turnê de 2011 e, que, em 2014, ela deve organizar a história da dupla para ser contada durante o show. “Ano que vem, ela vai dirigir total. Até mesmo em repertório. Porque ela quer contar a nossa história num show. Acho que ela está certa. Já está na hora de a gente contar um pouco da nossa história musicalmente, cronologicamente, dentro de um show”, afirmou o cantor. Ele afirmou que esse espetáculo não tem relação alguma com o musical que Marcus Buaiz quer produzir sobre a história da dupla.

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013 Clipe, DVD, Lançamento, Música | 18:08

Bruninho e Davi mostram lado romântico na faixa eletrônica “Onde nasce o sol”, com Jorge e Mateus

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Bruninho e Davi recebem Jorge e Mateus em primeiro DVD da dupla (Foto: Reprodução)

Bruninho e Davi recebem Jorge e Mateus em primeiro DVD da dupla (Foto: Reprodução)

Bruninho e Davi acabam de lançar a primeira canção que integra o primeiro

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DVD da dupla. A exemplo de muitos artistas que convidam Jorge e Mateus para a gravação de novos álbuns, eles optaram pela faixa que conta com as estrelas da AudioMix para iniciar a divulgação do trabalho.

O encontro do quarteto em “Onde nasce o sol” rende um forte — e gostoso — hit. Embora, vale dizer, deixe o sertanejo bem de lado. O refrão, inclusive, lembra bem os grandes clássicos do grupo Skank. A letra é mais uma das ótimas composições de Matheus Aleixo, da dupla Matheus e Kauan, o mesmo de “Tudo que você quiser”, “Se tudo fosse fácil” e tantas outras baladinhas que estão rolando no mercado sertanejo.

A composição romântica com uma levada eletrônica é a mistura da canção, que se distância bastante das letras de pura curtição pelas quais a dupla ficou conhecida, como “Smirnofy”, “Se namorar fosse bom” e “Vamo Mexe”.

O DVD da dupla, que foi gravado no dia 04 de agosto, em Campo Grande, ainda não tem previsão para lançamento. Além de Jorge e Mateus, Bruninho e Davi contaram com as participações de Michel Teló, João Bosco e Vinícius e Leo Verão e Daniel Freitas.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 CD, DVD, Entrevista, Lançamento, Música | 22:44

Chitãozinho: “Hoje a gente cobra mais caro, faz menos shows, mas se diverte muito mais”

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Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Um ano e três meses após a gravação do DVD “Do tamanho do nosso amor”, Chitãozinho e Xororó, finalmente, lançaram o trabalho, que foi registrado na Woods e, inicialmente, se tornaria apenas um CD. A demora se deu por diversos fatores, mas, como já dito pela dupla em outra ocasião, chegou em boa hora: perto do Natal, quando as vendas estão mais aquecidas. O CD deste trabalho traz 14 faixas, entre elas, a que dá título ao álbum e que conta com a participação de Fernando e Sorocaba. Já o DVD, um pouco mais recheado, dá ainda mais espaço para o trabalho da dupla e traz 21 canções, além de duas faixas extras. Entre elas, a gravação de “Evidências” apenas com o público da casa noturna cantando.

“Evidências”, aliás, é uma das canções mais pedidas da dupla e que não pode faltar nunca no repertório. Assim como “Fio de Cabelo”. As duas superam toda a inovação que Chitãozinho e Xororó quiserem inserir no novo trabalho, com novas batidas e uma levada mais jovem. E Xororó tem a explicação do porque, entra ano, sai ano, elas seguem na lista das mais pedidas e cantadas. “Foi feita uma pesquisa e ‘Evidências’ é a música mais cantada no Karaokê. Acho que todo mundo sabe cantar essa música. E ‘Fio de Cabelo’, é porque foi a primeira música a romper a barreira do preconceito, foi a primeira música nossa a ser tocada na FM e a mais vendida naquela época”, explica o sertanejo, que garante não se cansar de cantar nenhuma delas em todos os shows. “Cada show tem uma emoção diferente. E a resposta do público é sempre muito fantástica. A gente fica fascinado. Cada apresentação sempre tem uma particularidade. E é isso que nos motiva a continuar sempre cantando há tanto tempo”.

Concorrência

Apesar de querer trazer um arranjo mais jovem para o trabalho e chamar Fernando Zor para tal desafio, a dupla mostra que a iniciativa não é por medo da concorrência acirrada do sertanejo atualmente. Embora tenham muitas duplas no mercado, Chitão garante que não há dificuldade para eles em se manter no mercado. “Temos um público consagrado e uma coisa bacana que acontece agora, com esse movimento da música sertaneja mais atual, é que o público de agora canta as músicas antigas nossas e de outros artistas também. Então nosso repertório está muito presente nos shows dos mais novos. Hoje, para nos, é tudo uma curtição. Parece que a gente está sempre comemorando esses anos que conquistamos de carreira”, afirmou o cantor.

Chitão ainda mostrou que, não apenas se diverte mais, como ganha mais dinheiro no novo cenário musical. “Hoje, a nossa carreira é mais organizada. Já andamos muito de ônibus, de carro, de avião de carreira. Hoje, a gente tem uma possibilidade de ter uma qualidade de vida muito melhor, sonhada por muitos artistas. Não temos nada para reclamar. A gente trabalha sério, cobra um pouco mais caro, faz menos shows, tem muito mais qualidade de vida e se diverte muito mais”, garantiu.

Xororó mostrou que essa questão de número de shows foi muito bem planejada. A dupla faz de quatro a oito shows por mês e não quer nem pensar em fazer mais do que isso. “A gente reduziu mesmo a quantidade de shows para a gente ter um pouco mais de tranquilidade e viver mais, viajar mais, curtir mais a vida”, garantiu Xororó.

Vida nos cinemas

Não é novidade que a vida de Chitãozinho e Xororó pode virar filme em breve. “A historia do filme já existe há bastante tempo. Antes mesmo de ‘Dois Filhos de Francisco’, existe essa proposta. Vários diretores querendo fazer nossa história, e a gente está aguardando um momento mais oportuno. Mas nossa história deve virar um filme também”, afirmou Xororó.

Há também uma possibilidade de um musical. Mas, independente do que virar a história da dupla, eles garantem que não existe nada que precisem esconder. “Mas acho que a vida profissional é uma coisa, e a particular é outra. E tem que se respeitada também a  individualidade de cada um. Ninguém gosta de ver a vida particular exposta por um terceiro que não tem todas as informações que a própria pessoa tenha”, afirmou Chitão, que, como o irmão, não costuma ver muitas manchetes sobre sua vida particular espalhadas nos jornais e revistas.

“Nossa história é tão rica, são 43 anos de muita música, e a gente sempre foi muito aberto com nossos fãs, com a própria mídia. Nunca tivemos problemas. Não temos o que esconder, felizmente. Aquilo que é verdade sempre tem a longevidade. Temos tanta coisa para falar de música, que a parte mais íntima fica pra gente somente”, completou Xororó, mostrando que, no cinema, nos palcos ou em páginas de livros, qualquer história da dupla deve ficar restrita aos anos de carreira musical.

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

 

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Lançamento | 20:46

Leonardo: “É muito difícil relembrar tudo o que aconteceu com meu irmão”

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Leonardo (Foto: AgNews)

Leonardo (Foto: AgNews)

“Obrigada, Leandro”. Foi assim, trocando o nome de Leonardo com o do irmão, que uma das assistentes do evento de lançamento do livro “Não aprendi dizer adeus” encerrou uma das entrevistas com o cantor. Ela não percebeu a gafe, mas Leonardo se divertiu e contou que, ainda hoje, mesmo 15 anos após a morte de Leandro, a confusão é comum. “Às vezes, vão anunciar a minha entrada no palco, e chamam de Leandro. O cara vê o cartaz do meu show a semana inteira e erra o nome”, relata o cantor, que segundos depois se sentava à mesa da livraria para autografar ao menos 400 livros de fãs que pegaram senhas numeradas para a fila. A primeira delas, chegou ao local às 5h30 desta terça-feira (05), sendo que o evento estava marcado para às 18h na Livraria Saraiva, do Shopping Center Norte, em São Paulo.

Leonardo, então, conta que essa aglomeração apaixonada de fãs é um dos fatores que não o deixa desistir da carreira. No livro, por muitas vezes, o cantor demonstra estar nesse caminho artístico muito mais pelo irmão do que por ele. Mas garante que não é apenas a lembrança de Leandro que o prende nos palcos. “Muitas coisas me prendem. Um dia como hoje, eu não esperava que viesse esse tanto de gente. Nunca pensei que um dia eu fosse autografar livro. Mas taí. Quem for ler esse livro e estiver começando a carreira, se se inspirar nele, vai se dar bem na vida. É uma história de pessoa simples”, afirma o cantor, que garante já estar bem mais livre na carreira, sem tantas amarras e obrigações como no passado. “Hoje a gente faz o tanto de show que a gente quer, tem tempo de ver os meninos crescerem, que é menino demais da conta”.

“Por mim, não conto nada para ninguém”

Leonardo garante que o livro escrito por Silvio Essinger em cima dos depoimentos do cantor, não era uma vontade dele. E, com naturalidade, revela que preferia seguir com as histórias guardadinhas, embora muito de sua vida seja um livro aberto, por conta da fama. “Não deu vontade de contar história nenhuma. Foi esse povo que veio pra eu contar. Por mim, não conto nada para ninguém. Guardava tudo para mim. Mas se for para contar e não florear, eu conto. Contei, e tá tudo aí”.

Para ele, a parte mais difícil foi relembrar a morte do irmão, Leandro, em 1998. Entre a descoberta do câncer no pulmão e a partida do sertanejo, foram 63 dias, relembrados em cerca de 50 páginas do livro. “É muito difícil, para mim, relembrar tudo o que aconteceu com meu irmão. Às vezes o povo fala: ‘poxa, mas já se passaram 15 anos’. Mas, para mim, é como se fosse ontem. Porque o tempo passa muito rápido e o que vivi foram coisas que ninguém viveu. Eu que estava junto, vi tudo. Vi o sucesso que foi a dupla e, de repente, ser embargado no meio da carreira. Meu irmão tinha 35 anos de idade, e quando chegou a hora de colher os frutos dessa plantação, ele não teve essa oportunidade”, afirmou o cantor, que disse ainda que o livro foi bom para desapegar um pouco do irmão, que, de certa forma, ainda se fazia muito presente.

Essa presença também era constante nos sonhos de Leonardo. “Hoje não mais. Depois da morte do meu irmão, eram muitos sonhos, sonhos reais. Mas sempre bons, nunca ruins com ele. Hoje está tranquilo. De vez em quando sonho com ele. Mas acho que ele descansou, e por isso não sonho mais tanto”.

Mulheres e futuro

Apesar de falar tanto da vida quanto da carreira do cantor, o livro não traz lembranças sobre as mulheres que passaram ao longo dos anos por Leonardo, embora, nos primeiros capítulos, ele relembre o alto número de fãs que começaram a correr atrás dele. “O livro é da minha história, não das mulheres. Se for botar num livro nome de mulher, vai ficar da grossura de uma bíblia, só de nome de rapariga, de mulher. Então falo só da minha história e do meu irmão. Mulher não pode falar muito não, porque elas processam a gente”, se diverte ele, explicando o motivo da ausência dos nomes femininos.

“Leonardo – Não aprendi dizer adeus” é uma forma de celebrar os 50 anos do cantor, que garante nem imaginar como serão suas próximas cinco décadas. “Com essa vida louca do jeito que está, a gente não pode planejar nem o que a gente vai fazer semana que vem. O que a gente faz hoje é pensando nos filhos, pensando nos familiares. Se eu morresse amanhã, estaria muito feliz e contente com tudo o que aconteceu na minha vida”.

Leonardo (Foto: AgNews)

Leonardo (Foto: AgNews)

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