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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 CD, Clipe, Música, Parceria | 19:52

Matheus Meira, aposta de Fernando Zor, lança clip de ThunderCats

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Fernando Zor e Matheus Meira (Foto: Divulgação)

Fernando Zor e Matheus Meira (Foto: Divulgação)

Aposta de Fernando Zor, parceiro musical de Sorocaba, Matheus Meira acaba de lançar o clipe de ThunderCats. A música é umas das treze faixas do álbum “Veneno e mel”, produzido por Fernando. “Decidi fazer um CD mais ousado, com alguns arroxas misturados com eletrônico. Com o andar do trabalho, nasceu uma grande amizade entre nós. É um começo, sei que o Matheus está no caminho certo. Estarei sempre por perto para ajudá-lo. Sua primeira conquista é a concretização deste álbum”, afirmou o sertanejo, que usou a rede social para anunciar o lançamento do vídeo. “A música é superengraçada, o clipe tá demais. Vale a pena conferir”, escreveu.

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Fernando e Matheus iniciaram a parceria há quase um ano. Desde então, os dois estão produzindo o álbum, que conta com composições de Caco Nogueira, Thiago Servo e Paula Mattos, e é produzido e mixado no FS Estúdio. “Veneno e Mel é um marco na minha carreira. É o início de uma estrada longa, cheia de muito trabalho. Cantar sempre foi a minha grande paixão. Estou feliz pelo momento que vivo e por Deus ter me dado a oportunidade de estar cercado de pessoas maravilhosas, que acreditaram e apostaram em mim”, afirma Matheus.

 

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 CD, DVD, Música | 19:50

Cristiano Araújo: “Desde que me entendo por gente, música popular brasileira é a sertaneja”

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Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

Cristiano Araújo acaba de lançar o CD “Continua”, mas já pensa no próximo trabalho. O cantor, que lotou a Woods São Paulo na última semana, contou que vai aproveitar as músicas mais bem sucedidas desse último álbum para transferir

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para o DVD que vai gravar em janeiro de 2014. Por enquanto, se destacam “Caso indefinido” e “Maus Bocados”.

Entre as faixas do CD está “Princesa Dos Meus Sonhos”, uma versão de “Sueños Rotos”, do La Quinta Estación”. Questionado se pensa em entrar no mercado espanhol, como já fizeram muitos artistas nacionais, Cristiano confirma, mas diz que não é nenhum projeto para já. “Agora, não tem nem tempo. E a gente não sabe nem falar o português direito…”, brinca.

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Pouco antes de subir ao palco da casa noturna, Cristiano ainda falou sobre a pesquisa que revela que, este ano, o sertanejo foi a música mais ouvida pelos brasileiros. “Desde menino, não entendia porque o povo chamava a MPB de música popular brasileira, porque desde que me entendo por gente, a música popular brasileira é a sertaneja. Você vê que a grande massa sempre gostou. Depois do universitário, do Bruno e Marrone, veio todo mundo gostar. Generalizou. Acho que o sertanejo está na melhor fase, porque a gente, por não ter preconceito com outros estilos, agregou outros estilos no sertanejo. Hoje, mais do que nunca o sertanejo é a música popular brasileira”, comentou o cantor.

Cristiano aproveitou para revelar como será seu final de ano. “Vou cantar no Reveillon de Fortaleza e, depois, ficar por lá mesmo de férias, uns 10 dias pensando na vida, com meus filhos, descansando”.

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Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

Cristiano Araújo (Foto: Bruno Francco)

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domingo, 17 de novembro de 2013 Caldas Country, CD, Festival, Música | 17:06

Lucas Lucco é apontado como artista revelação do Caldas Country 2013

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Lucas Lucco (Foto: Divulgação/Rosa Marcondes)

Lucas Lucco (Foto: Divulgação/Rosa Marcondes)

Assim como a festa do peão de Barretos, o Caldas Country é considerado uma das maiores vitrines da música sertaneja (mesmo que o evento traga, muitas vezes, estrelas do axé). Tanto é que, muitos artistas optam por mostrar novidades no trabalho no palco do evento. E, dependendo da resposta do público, levam para o restante do país.

Lucas Lucco é um deles. O cantor, que estreou seu show no evento deste ano, tirou as canções românticas do repertório para atender a demanda do festival que, segundo ele, pede algo mais agitado.

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Mas, o maior teste de Lucas não foi este ano e, sim, em 2012, quando subiu ao palco para cantar três faixas de seu trabalho. “Tive a oportunidade de ver se estaria aqui esse ano ou não. Pude sentir. Ano passado, a gente chegou aqui com mais de 40 mil CDs para distribuir com a galera, vi que o pessoal escutava no carro e estava sendo muito comentado”,

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afirmou Lucas, que, em 2013, recebeu o convite da organização para fazer o show completo. “Fiquei muito feliz por ser uma das atrações principais”, comentou.

Além disso, Lucas também ganhou elogios de Fernando Clemente, organizador do evento, que apostou no cantor como a grande revelação da festa este ano. “Não sabia disso. Fico muito feliz. Fiz tudo o que podia este ano. Tentei acertar as músicas, nesse segundo CD mais ainda. A preocupação é grande. Espero só continuar sendo diferente, sendo uma novidade”.

Novo trabalho

Lucas lança na primeira quinzena de dezembro seu segundo CD, este já assinado pela Sony. “Espero acertar mais uma vez. Esse álbum não terá nenhuma música do primeiro CD. Vou renovar todo esse repertório. Soltei sete músicas na internet e vou soltar mais 19 em dezembro, que são totalmente inéditas”.

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013 CD, EP, Música | 18:53

Zezé Di Camargo e Luciano: alteração na data do cruzeiro “É o Amor” e lançamento de um EP

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Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

Zezé Di Camargo e Luciano (Foto: AgNews)

O tradicional cruzeiro “É o amor”, de Zezé Di Camargo e Luciano, que costuma zarpar entre entre os meses de fevereiro e março, não vai acontecer no início de 2014. Luciano explicou que a alteração é por conta da Copa do Mundo. “Fizemos uma pesquisa de mercado e, tirando Roberto Carlos, ninguém mais vai fazer navio, justamente por causa da Copa”, afirmou o cantor, que ainda não tem uma data definida para o próximo cruzeiro. “Provavelmente será pós-Copa, ainda em 2014. Porque graças a Deus, todos os que fizemos até hoje, deram muito certo”.

Embora Luciano saiba que faz a alegria dos fãs com o navio, ele confessou que preferia pular um ano e realizar o evento em alto-mar somente em 2015. “Detesto ficar no navio, porque passo mal para caramba. Se eu ficasse pelo menos um ano sem passar mal, eu agradeceria. Mas tenho que pensar nas pessoas que gostam desse evento, que acompanham todo ano”, declarou.

CD e EP

Se o cruzeiro ainda não tem uma data exata para acontecer, dois projetos da dupla têm. O primeiro, é um EP (CD com número reduzido de faixas), que será lançado em 3 de dezembro e contará com cinco canções. Entre elas, a nova “Teorias”, que já vem sendo trabalhada nas rádios e fez parte do repertório da turnê paulistana de Zezé Di Camargo e Luciano. Segundo Zezé, o EP é para ajudar a combater a pirataria.

Já o segundo projeto da dupla é um CD com 14 faixas, que chegará às lojas em maio de 2014.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 CD, DVD, Entrevista, Lançamento, Música | 22:44

Chitãozinho: “Hoje a gente cobra mais caro, faz menos shows, mas se diverte muito mais”

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Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Um ano e três meses após a gravação do DVD “Do tamanho do nosso amor”, Chitãozinho e Xororó, finalmente, lançaram o trabalho, que foi registrado na Woods e, inicialmente, se tornaria apenas um CD. A demora se deu por diversos fatores, mas, como já dito pela dupla em outra ocasião, chegou em boa hora: perto do Natal, quando as vendas estão mais aquecidas. O CD deste trabalho traz 14 faixas, entre elas, a que dá título ao álbum e que conta com a participação de Fernando e Sorocaba. Já o DVD, um pouco mais recheado, dá ainda mais espaço para o trabalho da dupla e traz 21 canções, além de duas faixas extras. Entre elas, a gravação de “Evidências” apenas com o público da casa noturna cantando.

“Evidências”, aliás, é uma das canções mais pedidas da dupla e que não pode faltar nunca no repertório. Assim como “Fio de Cabelo”. As duas superam toda a inovação que Chitãozinho e Xororó quiserem inserir no novo trabalho, com novas batidas e uma levada mais jovem. E Xororó tem a explicação do porque, entra ano, sai ano, elas seguem na lista das mais pedidas e cantadas. “Foi feita uma pesquisa e ‘Evidências’ é a música mais cantada no Karaokê. Acho que todo mundo sabe cantar essa música. E ‘Fio de Cabelo’, é porque foi a primeira música a romper a barreira do preconceito, foi a primeira música nossa a ser tocada na FM e a mais vendida naquela época”, explica o sertanejo, que garante não se cansar de cantar nenhuma delas em todos os shows. “Cada show tem uma emoção diferente. E a resposta do público é sempre muito fantástica. A gente fica fascinado. Cada apresentação sempre tem uma particularidade. E é isso que nos motiva a continuar sempre cantando há tanto tempo”.

Concorrência

Apesar de querer trazer um arranjo mais jovem para o trabalho e chamar Fernando Zor para tal desafio, a dupla mostra que a iniciativa não é por medo da concorrência acirrada do sertanejo atualmente. Embora tenham muitas duplas no mercado, Chitão garante que não há dificuldade para eles em se manter no mercado. “Temos um público consagrado e uma coisa bacana que acontece agora, com esse movimento da música sertaneja mais atual, é que o público de agora canta as músicas antigas nossas e de outros artistas também. Então nosso repertório está muito presente nos shows dos mais novos. Hoje, para nos, é tudo uma curtição. Parece que a gente está sempre comemorando esses anos que conquistamos de carreira”, afirmou o cantor.

Chitão ainda mostrou que, não apenas se diverte mais, como ganha mais dinheiro no novo cenário musical. “Hoje, a nossa carreira é mais organizada. Já andamos muito de ônibus, de carro, de avião de carreira. Hoje, a gente tem uma possibilidade de ter uma qualidade de vida muito melhor, sonhada por muitos artistas. Não temos nada para reclamar. A gente trabalha sério, cobra um pouco mais caro, faz menos shows, tem muito mais qualidade de vida e se diverte muito mais”, garantiu.

Xororó mostrou que essa questão de número de shows foi muito bem planejada. A dupla faz de quatro a oito shows por mês e não quer nem pensar em fazer mais do que isso. “A gente reduziu mesmo a quantidade de shows para a gente ter um pouco mais de tranquilidade e viver mais, viajar mais, curtir mais a vida”, garantiu Xororó.

Vida nos cinemas

Não é novidade que a vida de Chitãozinho e Xororó pode virar filme em breve. “A historia do filme já existe há bastante tempo. Antes mesmo de ‘Dois Filhos de Francisco’, existe essa proposta. Vários diretores querendo fazer nossa história, e a gente está aguardando um momento mais oportuno. Mas nossa história deve virar um filme também”, afirmou Xororó.

Há também uma possibilidade de um musical. Mas, independente do que virar a história da dupla, eles garantem que não existe nada que precisem esconder. “Mas acho que a vida profissional é uma coisa, e a particular é outra. E tem que se respeitada também a  individualidade de cada um. Ninguém gosta de ver a vida particular exposta por um terceiro que não tem todas as informações que a própria pessoa tenha”, afirmou Chitão, que, como o irmão, não costuma ver muitas manchetes sobre sua vida particular espalhadas nos jornais e revistas.

“Nossa história é tão rica, são 43 anos de muita música, e a gente sempre foi muito aberto com nossos fãs, com a própria mídia. Nunca tivemos problemas. Não temos o que esconder, felizmente. Aquilo que é verdade sempre tem a longevidade. Temos tanta coisa para falar de música, que a parte mais íntima fica pra gente somente”, completou Xororó, mostrando que, no cinema, nos palcos ou em páginas de livros, qualquer história da dupla deve ficar restrita aos anos de carreira musical.

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

 

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terça-feira, 29 de outubro de 2013 CD, Lançamento | 15:42

Victor e Leo lançam 11º CD e aderem às redes sociais: “Serve como companhia na estrada”

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Victor e Leo (Foto: Divulgação)

Victor e Leo (Foto: Divulgação)

Victor e Leo acabam de lançar o “Viva por Mim”, 11º álbum da carreira dos artistas. Se o “Ao Vivo – Floripa” já mostrava a dupla transitando em diversos ritmos, esse mostra ainda uma outra faceta dos irmãos. “Eu diria que é uma forma mais escancarada de mostrar as fontes que a gente bebeu de música. Ele mostra outros ventos, que sempre sopraram pra gente. Hard Rock, R&B, Black Music…”, explicou Leo, que, pela primeira vez, se arriscou como compositor de algumas faixas.

O álbum conta com 13 canções. Entre elas, as mais dançantes são “Amor.com” e “Conheço pelo cheiro”. As batidas mais pesadas podem ser ouvidas – e sentidas – em “Tudo com você” e, principalmente, em “Eu vim para te buscar”, canção em parceria com Bruno e Marrone, que deve ser a próxima de trabalho do álbum.

O romantismo da dupla segue em “O tempo não apaga” e “Na linha do tempo”, faixa que já vem sendo trabalhada. E, para que gosta dos irmãos cantando clássicos como “Vida Boa”, eles matam a saudade com “Tudo Bem”, com Almir Sater (que está entre as melhores do CD). Nessa faixa eles mostram que, mesmo com tanta inovação e vontade de repaginar, a raiz da dupla acaba falando mais alto.

iG: Antes de lançarem o CD vocês afirmaram que esse seria um trabalho diferenciado, com uma ideia renovada. Hoje, como definem esse álbum?
Victor: É uma mistura do que a gente sempre fez, porém com uma cara um pouco diferente no sentido de sonoridade. A gente sempre misturou muito, sempre teve uma cadência claramente mista, heterogênea. Por isso que muita gente sempre confundiu nosso estilo com tudo. E a gente sempre disse que nosso estilo é nosso estilo. Continua sendo. Mas é obvio que esse disco traz essa mistura de maneira mais elétrica.
Leo: Eu diria que é uma forma mais escancarada de mostrar as fontes que a gente bebeu de música. Ele mostra outros ventos, que sempre sopraram pra gente. Hard Rock, R&B, Black Music… Mantendo o que a gente sempre teve. A nossa essência está no romantismo. Mas esse disco escancara. Ele ousa. A intenção nossa é repaginar mesmo.

iG: Por terem essa intenção de repaginar, você já estavam prontos para receber críticas, certo? Já ouvi alguns comentários, por exemplo, de que algumas canções estão lindas, mas não são a cara de vocês.
Leo: Qualquer mudança brusca que você tenha na vida, tanto na pessoal quanto profissional, você põe a cara a tapa. E, quando você põe a cara a tapa, está preparado para receber um sim ou um não. Então não me incomoda, definitivamente, as críticas. Até porque, pelo o que vejo, são mínimas.
Victor: A maioria é positiva. É diferente, mas é Victor e Leo. A maioria entendeu muito bem o trabalho, absorveu bem. Se não fosse, também…Tudo bem.
Leo: Foi um disco muito ousado. Algumas pessoas brincavam que foi um tiro no escuro. Não. A gente sabia onde estávamos atirando. Acho que essa questão de as pessoas falarem que é legal, mas não é Victor e Leo, está muito ligada ao preconceito. Você, por ter feito um determinado estilo de 2006 até 2012, não pode mudar em 2013. O que acontece na música sertaneja hoje é a mesma coisa. Falam que se não fizer o que se fazia nos anos 80, que é viola, sanfona, aquelas levadas mais rancheiras, não é música sertaneja. Eu já vejo com outros olhos. É uma evolução da música sertaneja.

Victor (Foto: Divulgação)

Victor (Foto: Divulgação)

iG: Victor, você comentou que se o pessoal não gostar, tudo bem. Muito artista afirma que, o que canta, não é exatamente o estilo que gosta, mas toca porque é aquilo que o público quer ouvir ou o que a gravadora e as rádios pedem. Você não se importam com isso, então?
Victor: O artista que não faz o que ele quer ou o que aprova, está sendo fake. Não sei que artista é esse. Se você gosta de ouvir um artista que não é aquilo que ele faz, você ouviu o que ele fez, mas você não ouviu  que ele é. Não é nem um pouco sincero. Todo mundo tem direito até de não ser sincero. Mas no caso da gente, a gente procura ser.

iG: Leo, e seu momento compositor? Teremos mais canções suas pela frente?
Leo: Não tenha dúvida. Não paro mais de compor. Tenho mais de 40 letras escritas em meu laptop pra fazer melodia. Nunca fui de escrever. Comecei de três anos para cá. Senti uma necessidade de expor minhas emoções, minhas vivências amorosas, do passado e do presente. Resolvi me experimentar. Estou super feliz e realizado com isso, porque as pessoas entendem. Só estou começando, me experimentando ainda.

iG: Como foi a escolha de convidados para o CD?
Victor: Partiu do Leo…
Leo: Meu irmão esteve junto comigo o tempo inteiro. Na verdade o que aconteceu de eu estar mais presente, foi porque as primeiras músicas que eu produzi e fiz os arranjos, fizeram uma curva um pouco mais acentuada para outros estilos. O Victor, então, falou: ‘você devia continuar fazendo, porque se eu começar a fazer as minhas, não vai ficar um disco homogêneo’. Mas tudo o que eu venha a fazer tem muito do Victor. São 21 anos cantando juntos. Mas sobre os convidados, o Almir Sater é um grande ídolo, que nos influenciou muito. Foi uma escola pra gente. Jorge e Mateus foi uma coisa também que a gente já queria fazer há algum tempo. É uma dupla que a gente admira, é referência hoje para o mercado inteiro. A outra parceria foi com Bruno e Marrone, que é uma dupla que a gente admira há muitos anos. Quando mostramos a música, o Bruno ficou meio em dúvida.

iG: Ele comentou que não tinha entendido
Leo: Exato, no primeiro dia ele ficou assustado. Achei que ele não fosse querer gravar, não (risos)

iG: Em recente entrevista pro iG, o Sérgio Reis lembrou da música que você deixou com ele e ele não gravou… (Confira aqui entrevista completa com Sérgio Reis)
Victor: Ele tem a versão dele e eu tenho a minha (risos)

iG: Então conta a sua versão dessa história.
Victor: Na verdade, o caso com o Sérgio Reis era diferente de tudo. Não queria que ele gravasse só porque ele era um artista de sucesso. Tive acesso a outros artistas e não levei música nenhuma. Já tínhamos nos encontrado com Sérgio em Minas. Aí nos reencontramos e gravei umas cinco músicas e deixei um CD. Como o Sérgio era um cara que a gente ouvia quando a gente era garotinho, ele era uma espécie de herói. Não era a história do Batman ou do Superman, era o Sergião com espingarda, uma faca na bota, num vagão de trem. Estava no nosso inconsciente sonhador. Deixei o CD para ele lá. Acho que ele não ouviu, deve ter esquecido. Aí, um dia, o filho dele ouviu e reconheceu que estava naquele disquinho ‘Vida Boa’ quando começou a estourar. Tipo cinco anos depois. Aí meu celular já não era o mesmo. Ele inventa outra história, que não deixei o telefone, sei lá mais o que (risos). Encho o saco dele.

iG: E vocês, escutam todas as canções que recebem?
Victor: é muita coisa…
Leo: Eu escuto quase tudo, porque tem umas músicas que você escuta a primeira frase e já pula para outra. Mas tudo o que chega no escritório procuro escutar. Sempre faço um laboratório.

Leo (Foto: Divulgação)

Leo (Foto: Divulgação)

iG: Vocês agora estão assíduos no Instagram, em especial o Leo. Isso é para se aproximar mais dos fãs?
Leo: Não sei definir, mas tem a ver com o que você falou. Às vezes estou no hotel sozinho, depois do terceiro ou quarto dia, e você fica naquela solidão total da estrada, que você sai do palco e segue para o hotel, entra no avião, e vai para o palco, aquela coisa cercada. Você acaba ficando meio isolado, não tem muito contato, família longe, amigos longe. Hoje, para mim, esse lance da internet serve como uma companhia. Mas vem também dessa mudança geral que a gente teve, tanto no show, quanto na sonoridade, talvez um pouco no visual. É uma mudança interna.

iG: Sobre essa questão de mudança no visual, como você tem recebido as críticas?
Leo: Quando são positivas eu até paro para escutar. Mas quando são maldosas…
Victor: ou boatos…
Leo: É, ou boatos, é uma coisa que eu escuto e finjo que não escutei, vejo e finjo que não vi. O que acontece é uma mudança interna. Uma mudança minha. De alguns anos para cá, venho mudando a forma de lidar com as pessoas, de enxergar o ser humano. Amadureci. Tudo mudou. Principalmente o lado de me comportar. E isso refletiu naturalmente no visual. Não me sentia mais bem usando o que eu usava antes. Então comecei a procurar coisas novas. Me sinto bem assim. É o que eu tenho para dar hoje. Mas tem tudo a ver com a mudança musical, engloba uma série de coisas.

iG: Engloba também esse lance de ter começado a escrever?
Leo: Tem tudo a ver. Mas acho que o interessante em dizer é o seguinte. As pessoas falam: ‘poxa, você deixou de ser o Leo simples que eu conhecia’. Não acho que a simplicidade está nas vestimentas. Está na alma, na forma de você tratar as pessoas, lidar com as pessoas, se relacionar. A sociedade tem mania de julgar. Estou cansado de ver nego de terno e vestido bem, mulheres vestidas todas certinhas, que se você puxar a ficha delas, não vai gostar muito. Não me importo hoje em dia com nada do que eu vejo. Até porque nossos olhos são muito mais cegos do que a gente imagina.

iG: Victor, esse CD tem música para a Claudia Swarovski, o anterior tinha para a Laura Muller, nos outros, acredito que tenham outras canções para outras mulheres que passaram na sua vida. Quando a gente termina relacionamentos, a primeira reação é jogar tudo fora, rasgar lembranças e você não pode fazer isso, porque a música continua sendo seu trabalho. Como você leva isso? O que fica para você?
Victor: Eu não vinculo tudo dessa maneira. Porque a música, para mim, é só o resultado de uma transformação. É transformar um sentimento, um senso poético, um senso romântico em música. Depois de um tempo, essa música perde a característica de onde ela tenha surgido. Hoje, quando canto “Borboletas”, estou cantando uma música que parece que nem fui eu que compus. Não me lembro todas as vezes em que a canto, porque eu a fiz ou quem é que estava no contexto. A partir da nossa relação apareceu uma música, mas ela vai ter papel independente da gente. O papel depois que for gravada, é cultural, é artístico. E só voltando ao quesito de rede social, não é que eu não poste tanto, mas somos muito diferentes. Tenho um jeito de lidar com isso. Você já entrou? Viu o que posto?

iG: Sim. Você sempre coloca uma foto de natureza e um texto enorme, em forma de poemas. O Leo já gosta mais de mostrar o dia a dia…
Leo: (Para Victor) Você não gostava de rede social, começou a gostar há pouco tempo. Você mudou muito, começou a gostar.
Victor: Continuo não gostando dentro da visão que eu tinha. Eu jamais teria rede social para (Victor pega o celular, faz que está tirando um foto de si, sorrindo)… e coloco, “bom dia, gente amiga”. Isso não vai dar pra mim. Tem um monte de gente que gosta, não tem problema. Mas isso não é para mim. Eu queria ter uma ferramenta. Quando me separei, houve uma questão que envolvia a possibilidade de alguém inventar uma história para a gente. Foi a minha rede social o vetor de uma causa que estancou isso. Até que pensei, vou dividir alguns poemas, pensamentos, coisas que possam instigar. Houve até quem dissesse: “ih, você não vai ter nenhum seguidor”. Até que tem bastante gente chegando lá.

iG: Ainda sobre essa questão de rede social, o fã pode falar mais o que quer. E os que não são fãs, podem ir até lá para criticar diretamente. Isso não incomoda?
Victor: Quando alguém fala merda eu bloqueio, o Instagram é meu.
Leo: No meu também. Quando alguém opina de uma forma positiva, faz uma crítica com respeito, com educação. Deixo lá, não tem problema. Mas quando vejo que tem maldade, negativismo, às vezes até respondo.

iG: Em 2012, quando a gente fez essa entrevista, vocês criticaram bastante o cenário sertanejo da época. Apesar de ter sido um ano de diferença, como vocês analisam esse ano o cenário atual?

Leo: Particularmente critiquei muito o mercado. Eu disse que o mercado estava completamente prostituído. Acho que isso não mudou ainda, continua talvez um pouco mais prostituído. Sobre essa leva de artista novos, o que se faz hoje em termos de arte, música, conteúdo, o que tenho a dizer é que respeito tudo o que se faz, mas nem tudo ouço no meu carro. Posso não escutar determinado artista, mas sei que o cara está colocando dez mil pessoas na frente do palco. Se ele está fazendo bem para aquelas pessoas ou não é uma responsabilidade dele. Não cabe a mim julgar.

iG: Vocês foram indicados pela quinta vez ao Grammy Latino de Melhor Álbum. Acham que agora vocês trazem o prêmio para casa?
Victor: Não acho nada. Você imagina quantas centenas de milhares de artistas que existem e, a cada ano, quantos aparecem. Então você ter o quinto álbum indicado na sua carreira, é de um incentivo, de um primor muito grande. Agora, depois que você tem quatro indicados e não ganhou, o quinto você não precisa esperar nada (risos). Deixa andar.
Leo: Acho que esse ano vai dar. Já comprei até duas garrafas de vinho para comemorar. Acho que vai dar (risos).

iG: O Leo está mais otimista, heim?
Victor: Não sou pessimista, não acho que não vá ganhar. Mas eu achar que eu vou, também…Premiação é isso. Já assisti da cadeira premiações nas quais eu nem fui indicado, mas que eu sabia bem dentro da minha crítica pessoal, quem deveria. Entre quem deveria, se não ganhasse vinha um segundo. E um terceiro. As outras opções, nem cogitava. Entre elas, essas últimas eram as que ganhavam.
Leo: Comprei vinhos excelentes, para comemorar mesmo. Mas eu garanto uma coisa. Ganhando ou não, vou tomar as duas garrafas (risos).
Victor: Também comprei duas. Uma vou jogar na cabeça dos juízes. A outra vou beber pra esquecer.

Victor e Leo (Foto: Divulgação)

Victor e Leo (Foto: Divulgação)

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domingo, 15 de setembro de 2013 CD, Música | 23:28

George Henrique e Rodrigo descartam o rótulo de cantores românticos: “Somos dupla de letra boa”

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George Henrique e Rodrigo (Foto: Rosa Marcondes)

George Henrique e Rodrigo (Foto: Rosa Marcondes)

George Henrique e Rodrigo querem incrementar um pouco mais novo CD da dupla, que já está disponível para download na página oficial deles. Os irmãos trabalham em mais três canções, estas voltadas para o público das baladas. Uma delas promete se tornar um videoclipe em breve. “Independente do CD novo, o artista hoje em dia não pode parar. Tem que olhar composições novas. Nosso CD ficou o que a gente queria, mas ficou faltando alguma coisinha para esse lado de balada e é o que a gente está fazendo. Vamos fazer um lançamento surpresa com uma música boa, que vai entrar na balada”, comentou Rodrigo antes de subir pela primeira vez ao palco do Camaru, que aconteceu na última semana, em Uberlândia, Minas Gerais. “Como esse disco ainda está no encarte promocional, a gente pode colocar faixas nele. É fácil, está ali, não foi lançado por gravadora. Então fica fácil”, completou George Henrique.

Os irmãos ainda aproveitaram para falar sobre a fase mais romântica da música sertaneja, que voltou com força. Como a dupla sempre voltou seu trabalho para esse tipo de segmento, os afilhados de Bruno e Marrone garantem que, para eles, está tudo ótimo. “Acho também que vai cansando um pouco a música chicletinho. Vai indo, vai indo e vai sumindo. E se não aparecem coisas tão legais quanto a que estava tocando no momento, o povo fica descrente”, afirmou George Henrique, que garantiu pensar, atualmente, também em outro público, que não só os que ouvem rádio, na hora de produzir seus trabalhos. “A gente tem que abrir os olhos porque o público de balada, de festa, de boate, que coloca o carro de som para tocar, não são tão românticos. Eles precisam de um motivo para tomar uma, para xavecar as meninas, para curtir uma balada. Então mesmo sendo uma dupla romântica a gente tem que abraçar esse público também”.

Assim, com canções mais lentas ou agitadas, Rodrigo afirma que a dupla segue uma meta: “A gente não se preocupa tanto com o ritmo, mas sim com a letra. Somos uma dupla de letra boa”.

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013 CD, DVD, Música, Show | 19:37

Xororó sobre novas duplas sertanejas: “Cada estrela que surge no céu, o céu fica mais claro e mais bonito”

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Chitãozinho e Xororó (Foto: AgNews)

Chitãozinho e Xororó (Foto: AgNews)

Na noite deste sábado (03), Chitãozinho e Xororó fizeram um show no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. O local recebeu cerca de 5 mil fãs para assistir ao novo show da dupla “Do tamanho do nosso amor”. A turnê é homônima ao novo DVD da dupla, gravado na Woods e que será lançado ainda neste mês da dupla.

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Apesar do temor em não lotar o ginásio, Chitãozinho e Xororó relembraram que já tocaram lá outras vezes. “Já fizemos muitas vezes aqui e temos ótimas recordações. Felizmente está lotado, graças a Deus. Sinal de que o povo de São Paulo continua gostando da dupla”, comentou Xororó.

Chitãozinho e Xororó (Foto: AgNews)

Chitãozinho e Xororó (Foto: AgNews)

O show da dupla, que durou 1h30, trouxe algumas canções inéditas, que compõem o CD, e clássicos com uma nova roupagem. “Galopeira”, por exemplo, ganhou toques de guitarra e bateria bem mais pesados do que a original. A abertura do show, seguida de “Pode ser pra valer”, também mostrou a nova levada da dupla, bem diferente do álbum “Sinfônico”.

Nesta quarta-feira (07), a dupla participa do DVD de Fernando e Sorocaba, seus “padrinhos” no novo ritmo, já que foram eles os responsáveis por produzir o último DVD da dupla. Chitão e Xororó contaram no camarim que nunca viram Fernando e Sorocaba e nenhuma das duplas que surgiram depois deles como concorrentes. “A gente está aí há tanto tempo e vimos tanta coisa acontecer no mercado sertanejo. Foi super legal quando a gente começou a ver o movimento, as coisas acontecendo. A gente fica feliz. A música precisa disso, de novos talentos.  Sempre falo: cada estrela que surge no céu, o céu fica mais claro e mais bonito”, afirmou Xororó.

Eles, que convidaram muitas dessas duplas para um CD comemorativo, afirmaram que não costumam negar quando são chamados para retribuir a parceria. “Os convites vão aparecendo de acordo com a agenda nossa. Sempre tivemos a cabeça aberta para participar. A gente ganha experiência e o público também gosta disso. E tem muita gente boa aí. Quase todos eles participaram do nosso DVD comemorativo, então temos um carinho, e até uma responsabilidade de retribuir esses chamados. Não é justo algum deles convidar e a gente não ir”, disse Chitão. Entre os próximos convites, a dupla está acertando a participação em um trabalho com João Carreiro e Capataz.

Chitãozinho e Xororó recebem As Galvão no camarim (Foto: AgNews)

Chitãozinho e Xororó recebem As Galvão no camarim (Foto: AgNews)

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quinta-feira, 18 de julho de 2013 Arrocha, CD, DVD, Gravações, Música | 20:27

Israel Novaes: “Estou no começo do começo. Tem muito tempo para trabalhar e mostrar que não estou de passagem”

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Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

Israel Novaes começou a carreira em 2011, estourando pouco depois com a canção “Vem Ni Mim Dodge Ram”. Apesar do pouco tempo de carreira, o cantor já mostrou que o tempo de estrada o deixou mais maduro, musicalmente e pessoalmente falando.

Antes de um show que realizou no Villa Country, em São Paulo, o cantor mostrou que, apesar do crescimento, tem consciência de que precisa seguir um forte trabalho para continuar no mercado sertanejo. Para isso, quer mostrar que é muito mais que o “cara do arrocha”, embora acredite que não precisa de nenhuma estratégia para tirar esse rótulo. “As coisas vão acontecendo, as músicas vão chegando. Só estou no começo ainda. No começo do começo. Tem muito tempo para trabalhar e mostrar que vim para ficar. Não estou de passagem. Esse pseudônimo vem acrescentar. É uma coisa a mais que eu tenho por eu, sem querer, ter trazido esse estilo na música sertaneja”, afirmou o cantor, que ainda defendeu: “Se eu cheguei com uma coisa diferente, não é porque vou ficar com aquela coisa, é porque gosto de diferenciar, criar coisas diferentes e misturar musicalidade”.

Leia também: Israel Novaes: “Não pode ser galinha, mas tem que pegar”

A ideia de Israel agora é misturar outros ritmos no sertanejo, e a aposta dele é no forró. “Música não tem barreira, não tem fronteira, não tem divisão. A música sertaneja é sertaneja, porque vem do sertão, não porque é caipira mais. Então não precisa de bota no pé, de fivela no cinto e chapéu na cabeça para fazer música sertaneja. Forró é música sertaneja, porque é do sertão e a música sertaneja chegou nas grandes capitais”, explica.

Compositor de muitas canções românticas interpretadas por outros artistas, ele garante que sua carreira seguirá focada nessa mescla de hits e baladas. “As duas músicas podem andar juntas. Elas não competem em espaço. Existe um momento que você quer ouvir música romântica e existe um momento que você quer animar o espírito e jogar a música para cima”.

Para mostrar as novidades, sejam elas mais lentas ou agitadas, Israel tem dois lançamentos pela frente. Em agosto, ele coloca mais um CD no mercado, com algumas canções inéditas e muitos dos hits que leva para a estrada. Fora isso, o cantor gravará um DVD em novembro. O local da filmagem ainda não está definido, mas Goiânia está entre as cidades cotadas.

Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

Israel Novaes (Foto: Rosa Marcondes)

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terça-feira, 2 de julho de 2013 CD, DVD, Música | 17:08

As Galvão lançam CD com três inéditas e planejam DVD para 2013 só com participações femininas

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Meire e Marilene, As Galvão (ou eternas Irmãs Galvão) (Foto: Divulgação)

Com 66 anos de carreira, Meire e Marilene, mais conhecidas como Irmãs Galvão – hoje, As Galvão –, estão cheias de novidades. A primeira é o lançamento de um CD com os clássicos da dupla, ou como Meire afirmou em entrevista ao iG, “com as músicas dos shows que são obrigatórias e que o povo ama de paixão”. O novo álbum traz também três canções inéditas.

A segunda novidade é que a dupla acaba de ganhar um Memorial em Sapezal, no interior de São Paulo, cidade em que nasceram artisticamente com uma apresentação na Rádio Club Marconi. “Está com fotos de nosso acervo, toda nossa história, na cidade em que começamos a cantar. Saímos de lá há 66 anos e, voltar com todas essas honras… O coração está batendo na garganta até agora. Foi um xororô danado”, comentou Meire, sobre a inauguração do Memorial, que aconteceu no último 30 de junho. O corte da fita foi marcado com um show da dupla.

A terceira boa nova da carreiras de As Galvão é a gravação de um DVD ainda este ano. Sem detalhes ainda sobre data e local, Meire e Marilene só têm uma certeza. E esta é em relação às participações especiais. “Nosso pensamento é levar só mulheres. Porque homem, só leva homem. Então vamos levar só mulher para prestigiar”, defendeu Meire.

As irmãs Meire e Marilene, ainda na adolescência (Foto: Divulgação)

Aproveitando o ensejo, ela, que é uma das madrinhas da dupla Bruna e Keyla, falou sobre as meninas. “São maravilhosas, com um canto bonito e para frente. Estão trazendo uma proposta nova. Lindas, de cabeça aberta, temos certeza será grande sucesso”, elogiou a cantora. Questionada se falta mulher no mercado sertanejo, ela foi direta: “Existem poucas, mas as que têm, são de muita qualidade”. Como nomes de destaque, Meire citou Leide e Laura e Paula Fernandes.

Beijinho Doce, mudança no nome e a força do mercado sertanejo para todos

Além das novidades, Meire falou sobre a mudança do nome de carreira. A troca de “Irmãs Galvão” para “As Galvão” aconteceu há oito anos, inspirada na numerologia. “Indicaram para nós. Foi muito bom, mas a maioria dos programadores não aceitaram e cada vez que vão anunciar nossa música, pedem desculpas e falam ‘as eternas Irmãs Galvão’. (risos). Não deixamos de ser irmãs, né?”, contou Meire.

Ela ainda falou sobre o sucesso “Beijinho Doce”, clássico da carreira da dupla, que fez parte da novela “A Favorita”. Para quem não acompanhou a trajetória das irmãs, a trama deu a oportunidade de o público saber um pouco mais sobre o trabalho delas. Embora ainda tenha gente que acredite que a canção fosse apenas uma composição especial para a trama. “’Beijinho Doce’ é uma musica mágica. Toda vez que é apresentada, ela faz sucesso. Toda gravação que sair em torno dela, pode ter certeza que será sucesso”, comentou Meire.

Diferente do que acontece com muita banda ou dupla, ela garante que a inclusão da música na trilha da novela não fez muita diferença na agenda. “Sempre tivemos um número certo de shows e trabalhamos o ano todo, apesar dos novos artistas que chegam, que aliás, só ajudam a música caipira”.

Com uma média de 15 shows por mês, elas fazem questão de elogiar a nova safra do mercado. “Para nós, é tudo de bom. A gente vê o outro lado. Eles fazem esse sucesso todo, abrem caminhos, aí a moçada quer saber a origem desse sucesso todo. E, quando vão procurar a música de raiz, encontram a gente. Por isso, só fortalece”. Com quase sete décadas de carreira, Meire e Marilene nem pensam em se aposentar. “Estamos vivendo um momento muito bonito da nossa carreira. Está tão bom. Porque parar?”.

Assista As Galvão cantando ‘Beijinho Doce’ com Milionário, parceiro musical de José Rico, durante aniversário do cantor:

As Galvão durante o lançamento de mais um CD (Foto: Rosa Marcondes)

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