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terça-feira, 31 de março de 2015 Arrocha, CD, Mercado Sertanejo | 14:02

No embalo da sofrência: gravadora lança álbum e reúne vários artistas que cantam o ritmo

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Capa do CD  'Ô, sofrência!'

Capa do CD ‘Ô, sofrência!’



Pablo vem puxando o ritmo da sofrência há algum tempo. Mas muitos artistas do mercado sertanejo têm canções na mesma levada. Assim, a Som Livre fez um compilado de alguns de seus artistas e lançou o disco “Ô, Sofrência”, que pode emplacar aí até um novo gênero musical, por que não?

Zé Felipe, filho de Leonardo, que acaba de estrear na carreira musical, conquistou um espacinho no disco, que conta com Gusttavo Lima, Jorge e Mateus, Henrique e Juliano, Léo Magalhães, entre outros artistas. Além de Pablo, claro. Confira as faixas 14 faixas integrantes do álbum:

CD – Ô, SOFRÊNCIA!
Faixas: 14
Preço sugerido: R$ 14,90

1. Porque homem não chora/ Pablo (Ronny dos Teclados)
2. Que mal te fiz eu (Diz me) / Gusttavo Lima (Ricardo)
3. CD’s e livros / Léo Magalhães (Tatielle / Sorocaba / Henrique)
4. Entrada proibida (alô porteiro) / Tayrone Cigano (Di Sousa / Adriano Bernardes / Carlos Pitty)
5. Calma / Jorge e Mateus (Marilia Mendonça / Elcio Di Carvalho / Gustavo Alves / Fred Willian)
6. Até você voltar / Henrique e Juliano (Marilia Mendonça / Juliano Tchula)
7. Conta pra mim / Mariozan Rocha (Alexandre Barros / Hamilton Silva)
8. Fui fiel / Gusttavo Lima(Pablo / Fabinho O’Brian / Filipe Escandurras / Magno Sant’anna)
9. Vingança do amor/ Pablo – Part. Especial: Ivete Sangalo (Tierry Coringa / Filipe Escandurras / Magno Sant’anna)
10. Tá na sofrência / Tayrone Cigano (Flavinho do Kadet / Rhino Leite)
11. Sabe esse cara / Thiago Brava (Flavinho Tinto / Nando Marx / Douglas Melo)
12. Sofrência / Cristiano Araújo (Magno Sant’anna)
13. Onde anda meu amor / Léo Magalhães (Paulynho Paixão / Luciano Bonfim)
14. Saudade de você / Zé Felipe (Adair Cardoso)

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 CD, Lançamento | 16:52

Chitãozinho e Xororó cantam Tom Jobim em novo trabalho: “O Tom era sertanejo”

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Difícil achar algum artista sertanejo que nunca tenha cantado “Evidências” ou outros clássicos de Chitãozinho e Xororó. Mas, agora, foi a dupla quem decidiu interpretar canções de outros artistas. Mais exatamente, Tom Jobim. “É a vingança da dupla”, brincou Xororó durante entrevista com o iG logo após a coletiva de lançamento do álbum “Tom do Sertão”. “Acho que é uma roda. O mundo é redondo e não é à toa. A gente está sempre em busca de novidade. Queríamos fazer uma coisa diferente, e conhecendo a obra do Tom, não foi difícil. Difícil foi gravar, desenvolver tudo. Demorou um ano. Mas é sempre o desafio que nos move a continuar cantando esses anos todos”, completou Xororó, responsável por criar o título do novo trabalho.

Para a dupla, Tom era sertanejo. E temas, como o amor, são inspirações repetidas entre eles. “Não está presente apenas na letra, mas também na melodia”, afirmou Xororó, que explicou que a seleção das faixas foi feita com base naquelas que eram possíveis se transformar em duetos. “’Retrato em banco e preto’, por exemplo, não sei se conseguiríamos fazer um dueto. É uma música que amo, mas não foi feita para dueto’, exemplificou.

Xororó relembrou ainda que o álbum é uma nova forma de ouvir Tom Jobim. E quem já teve a oportunidade de escutar o trabalho, concorda. São acordes de violas e acordeon inseridos em faixas como “Estrada Branca”, “Chovendo na estrada”, “Chega de Saudade”, entre outras. As clássicas “Águas de março” e “Eu sei que vou te amar” não faltaram no trabalho.

“É uma leitura de Chitão e Xororó sobre a gigantesca obra de Tom Jobim, que vai muito além da Bossa Nova”, destacou o músico Cláudio Paladini, responsável pela produção do álbum ao lado de Edgard Poças e Ney Marques. “’Tom do Sertão’ vai mostrar para muita gente que se pode cantar música sertaneja com qualidade. Mesmo quem não está acostumado a ouvir música sertaneja, vai ver um bom trabalho”, completou o Xororó.

Durante a coletiva, o cantor afirmou que o público não aceitaria um trabalho desses se fosse lançados anos atrás. Durante o bate papo com o iG, a dupla explicou o motivo de tal afirmação. “Acho que tem o tempo de cada artista. Estamos em uma fase que nos possibilita fazer um trabalho desse nível. Se fossemos fazer isso há vinte anos, não estaríamos preparados. Não tinha bagagem suficiente. Estamos mexendo numa obra da música brasileira. Com um cara que é o maior expoente da cultura da música popular brasileira no mundo todo. Antes, a gente não tinha essa bagagem para fazer um disco nesse nível”, explicou Chitão, que afirmou ainda que a dupla recebeu o aval da família de Tom para o trabalho.

O cantor, aliás, teve um breve encontro com Tom no início de sua carreira. “Tive a oportunidade de conhecê-lo no Rio de Janeiro. Me recebeu muito bem. Disse que tínhamos um trabalho muito bonito e que teríamos um futuro muito bonito pela frente”, relembrou.

A ideia do projeto, além de vontade própria, tem uma motivação especial. “Existe uma nova geração, fãs de Tom Jobim e muitas pessoas no Brasil que não tiveram esse acesso. É uma oportunidade boa, porque o sertanejo está em uma boa oportunidade. É a música número um do mercado. Um momento bom para gente mostrar esse cara fantástico que muita gente só conhece pelos livros”, explicou Chitão.

Xororó, que teve a ideia inicial do projeto, mostra que o projeto pode criar outros braços. “Ficaria muito também como Chico do sertão, Milton do sertão. O Brasil é um pais rural, por mais que muita gente torça o nariz”.

Ah, vale lembrar que o trabalho recebeu contribuições de outros familiares. Junior Lima, filho de Xororó, foi o responsável pelas fotos do encarte do disco. E, Lucas Lima, genro do cantor, participou do arranjo de cordas do projeto.

Próximos trabalhos

Depois de pular de um álbum sinfônico para outro com dedos do sertanejo universitário e seguir para um “sertanejo bossa nova”, Chitão e Xororó não conseguem traçar um próximo passo. “Só Deus sabe”, afirmou Chitão. “A gente tem o privilégio de ter uma estabilidade legal há alguns anos. Não tem essa coisa de ficar procurando novidade, as coisas vão aparecendo naturalmente, e a gente realiza pelo prazer de fazer. Felizmente, nosso público  tem concordado e prestigiado na maioria das coisas que a gente faz . A gente não tem nada a reclamar, só agradecer ao povo, porque a gente não se sente pressionado por fazer tal coisa porque precisa. É a vontade e o prazer de realizar”, afirmou Xororó. “Somos movidos por emoção. Quando a gente se sente bem cantando, não é gênero da música que vai mudar nossa essência. Nãos estamos mais preocupados em vender 3 milhões de discos, como antigamente. Gostamos de fazer música e ir para o palco cantar. Reduzimos o número de shows por isso, pra poder pensar melhor”, destacou Chitão.

O cantor explicou ainda que o álbum será lançado também fora do Brasil, seguindo o alcance de Tom. “A gravadora está mandando para vários lugares, Europa, Estados Unidos, Japão. E isso será o termômetro. Se for bem aceito lá como a gente espera que estejam, os shows serão consequência desse trabalho”.

Leia também: Chitãozinho e Xororó fazem apresentação inédita na Broadway

Show no exterior

Falando em trabalho no exterior, a dupla se prepara para um show inédito na carreira: nos palcos da Broadway, em Nova York. O show será no dia 21 de fevereiro, às 20h, para uma plateia de 1500 pessoas. “A gente sempre espera em cada apresentação fazer um show bonito para aquele público que vai comparecer. Que esse público vá lá, se divirta, cante, sinta saudade”, afirmou Chitão. “A gente espera fazer lá o que a gente tem feito há tanto tempo , que é um show. As pessoas vão lá e saem satisfeitas. Antes, a gente fazia shows lá fora que não eram assim. E gente parou de fazer por esse motivo. E agora estamos tendo uma oportunidade de fazer o que a gente gosta de fazer no Brasil. É um show bacana”, explicou Xororó, que acredita que, antigamente, a dupla apenas cantava no palco e, não, fazia um show.

“Pensávamos: ‘vamos voltar a cantar em circo para que? Só para falar que esta cantando fora do Brasil ?’”. Para este trabalho, com a dupla, seguem toda a equipe e cenário das apresentações feitas no Brasil.

Chitão acredita que 95% do público seja de brasileiros. E, por isso, nem vai precisar deixar o inglês afiado. “Vamos cantar em português (risos). O Chitao é um pouco melhor nisso. Meu inglês é tipo o salário do professor Raimundo, ó, bem pequenininho. Mas não passo fome, dá para comer”, brincou Xororó.

 

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 CD, Música, Show | 13:52

Loubet prepara novo CD e fala sobre excesso de pedidos de selfie no palco

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Loubet se apresenta, pela segunda vez, na Woods São Paulo (Foto: AgNews)

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Enquanto boa parte dos sertanejos segue aproveitando o período de férias, Loubet não pretende parar em 2015. Na noite desta quarta-feira (21), o cantor se apresentou na Woods, em São Paulo, e afirmou que seguirá sem pausas neste ano.

Tanto, que no próximo mês, já vai lançar um CD e, em seguida, o clipe de uma das músicas que compõem o álbum. “Janeiro é um pouco mais parado mesmo, muita gente vai para a praia, viaja para outros países. Mas está tranquilo. Nossa caminhada está bem planejada. Para 2015, já temos vários projetos. E começando o ano com várias novidades. Vamos lançar um CD. Trabalhar uma música em especial. E, quem sabe, gravar um clipe”, afirmou Loubet, que vai reformular seu show de estrada logo após o lançamento do CD, previsto para o final de fevereiro.

Loubet fez seu segundo show na casa e na capital paulista. O público em suas duas apresentações era praticamente o mesmo, contando com muita gente que viajou de suas cidades para acompanhar o ídolo. Tudo por conta própria.

“Graças a Deus, com o decorrer dos anos da minha carreira, a gente vem conquistando bastante fãs. São pessoas que gostam do meu trabalho, me seguem quando podem e estão sempre para prestigiar meu trabalho. Conheço muita gente que vai em vários shows e a gente pega amizade”, explicou o cantor, que disse ter contato com a ajuda destes fãs para se sentir mais confortável no palco de São Paulo. “Foi bem interessante. Na minha primeira vez aqui em São Paulo, eu estava bastante nervoso. Eles me deixaram bastante a vontade”, contou.

Mas, mesmo sendo fãs assíduos, eles não param de pedir selfie durante todo o show. E Loubet atende um por um enquanto apresenta suas faixas. Questionado se isso não atrapalha sua atuação no palco, o cantor é sincero. “Quando é muito, prejudica um pouco. Mas o carinho do público, a gente não pode deixar de fazer. Você tendo um joguinho de cintura lá em cima, acho que não tem tanto problema”.

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domingo, 21 de setembro de 2014 CD, Villa MIx | 19:28

Humberto e Ronaldo lançam 1º CD de estúdio: “Vão começar a ver a gente com outros olhos”

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Humberto e Ronaldo no Villa Mix São Paulo (Foto: AgNews)

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Humberto e Ronaldo estão com trabalho novo saindo do forno. Aliás, em algumas plataforma
de áudio, como o iTunes, já saiu. O que deve esperar mais uns 15 dias para chegar às lojas é o álbum físico. Este é o primeiro CD de estúdio da dupla e tem como título o nome da faixa que já vem sendo trabalhada pela dupla:“Canto, bebo e choro”.

Antes de subirem ao palco do Villa Mix Festival São Paulo, na noite deste sábado (20) – na verdade, já madrugada de domingo (21), a dupla comentou que gravar um álbum de estúdio foi muito diferente eles. E contaram também que estão preparando este trabalho há cerca de um ano, com muita calma. O resultado, parece ter sido bastante satisfatório para eles. “Na nossa opinião, é o melhor da nossa carreira. É mais sertanejo, mais a nossa cara. A gente deu uma desligada um pouco do modismo e resolveu fazer realmente nosso som. Estávamos um pouco cansados. Nosso começo foi muito legal. E a gente perdeu um pouco da essência. Esse novo está bem parecido com o primeiro. Resolvemos só resgatar isso. Não é que a gente decidiu ir pela contramão. Quisemos fazer um lance mais Humberto & Ronaldo mesmo”, afirmou Humberto. “Não desfazendo dos outros, mas esse está bem legal”, finalizou Ronaldo.

O CD conta com 16 músicas, sendo, sete delas, de composição própria. “O resto, é de amigos e parceiros que sempre compõem com a gente”, explicou Humberto. Boa parte delas deve estar no DVD que a dupla planeja gravar em abril de 2015. Diferente dos outros trabalhos gravados ao vivo, este não deve acontecer em Goiânia.

Com seis anos de carreira, Humberto e Ronaldo estão com um bom pressentimento sobre esse projeto de estúdio. “Esse CD vai ser um divisor de águas na nossa carreira. A galera vai começar a ver a gente com outros olhos, vão levar a gente mais a sério. Verão a gente como uma dupla mais madura”, garantiu Humberto.

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terça-feira, 16 de setembro de 2014 CD, Villa MIx | 14:44

Israel Novaes faz balada particular em camarim de festival sertanejo

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Israel Novaes se apresenta no Villa Mix Festival Goiânia (Foto: Francisco Cepeda/AgNews)

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“Sabe o que é loucura? É a melhor palavra para determinar”. Assim, Israel Novaes definiu sua agenda de estrada atualmente. Para aproveitar melhor seu tempo livre, o cantor tenta ficar mais próximo dos amigos. Um exemplo desses momentos foi no Villa Mix Festival, que aconteceu em Goiânia, neste domingo (14).

O cantor armou uma boate particular em seu camarim, depois de fazer a abertura do evento. “A caixa de som eu já levava, agora essa iluminação dá um negocio melhor. Tem até uma fumacinha ali embaixo. Mas pensei em fazer aqui no Villa Mix, porque é minha casa. Moro em Goiânia. Além de eu ser alguém que trabalho e levo música pra galera, sou alguém que também sou consumidor disso tudo. Então nada mais justo do que eu ficar e curtir essa festa”, contou o cantor, que prefere curtir estes momentos com os amigos de longa data do que retornar para casa e descansar.

“Essa carreira dá uma sensação de que você está perdendo o seu tempo em alguns sentidos. Você tem uma invejinha branca do que aconteceu na faculdade, você não poder curtir. Já que não posso curtir tanto lá, trago minha galera para cá”, explicou ele, que garantiu estar solteiro: “Estou solteiro, graças a Deus. Muito solteiro”, afirmou. Mas isso não quer dizer que esteja sozinho. “Há meninas e meninas, há mulheres e mulheres. Existem mulheres que chegam na pressão e eu não fujo. Existem mulheres que só dão a deixa. Existem mulheres que não dão a deixa nenhuma porque quer que você vá. E é legal isso tudo. É daí que vem as músicas”, contou o cantor sobre o forte assédio.

Novos trabalhos

Israel Novaes já está preparando a gravação de um CD de estúdio no início de 2015. Mas, antes disso, vai lançar uma nova canção: um xotezinho bem apaixonado e com cara de sucesso. O cantor, que tem suas raízes na música do nordeste, compôs a faixa no avião e mostrou em seu camarim-balada. “Foi uma situação que poderia ter vivido”, contou.

Sobre o romantismo da faixa, ele diz que esta é a vertente que ele fica mais à vontade na hora de compor, embora considere as canções alegres bastante tentadoras. “A romântica é mais pele, é uma coisa que acontece com você, eu não sou tão baladeiro e eu conheço muitas pessoas em pouco tempo. Escuto a história de alguém ali, faço uma música, uma coisa que acontece comigo, faço outra música”, contou.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014 CD, Lançamento, Música | 16:57

“Coração Sangrado” é a faixa de estreia do CD “De: Edson Para: Hudson”. Ouça aqui.

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 Edson e Hudson (Foto: Divulgação)

Edson e Hudson lançaram a música que abre o CD “De: Edson Para: Hudson”. A faixa romântica chegou às rádios nesta terça-feira (06) e abre os trabalhos do tão esperado CD da dupla.

“Coração Sangrado” é composição de Edson e faz parte do 19º álbum da dupla. Em recente entrevista, Edson contou que, diferente do que imaginavam pelo título do álbum, Hudson participou de todas as faixas e sua voz foi gravada na clínica onde está internado. O CD, previsto para chegar às lojas na primeira quinzena de setembro, conta com 16 faixas, sendo 15 delas inéditas.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 CD, DVD, Gravações | 18:31

César Menotti e Fabiano sobre novo projeto: “A gente queria que o pessoal ouvisse o que a gente gosta de ouvir”

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César Menotti e Fabiano (Foto: AgNews)

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Durante três meses, César Menotti e Fabiano investiram um pouquinho do tempo da folga entre um show e outro (cerca de vinte ao mês) e apostaram em um sonho antigo: a gravação de um CD só com clássicos

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sertanejos dos anos 1980 e 1990. E ideia inicial era um DVD, que deve ser produzido em breve. Mas, por enquanto, o trabalho rendeu um CD duplo (também disponível em vinil), dividido pelas décadas.

Durante o lançamento do álbum, a dupla explicou que queria mostrar para o público o que eles gostam de ouvir. O que nem sempre pode acontecer quando gravam um CD de carreira. “No projeto, é mais prazer e menos compromisso. No CD de carreira você tem que abrir mão um pouco de seus prazeres, de repente, levar alguma coisa que você não gosta muito. Pensando no público. Porque você tem que pensar em quem vai te consumir”, explicou César Menotti que, para não deixar nenhum mal entendido sobre o comentário, ainda completou: “Quando você abre mão do que você gosta, você não está fazendo uma prostituição musical, como muitos dizem. Você está respeitando o público”.

Projeto mais prazeroso

Muito provavelmente, este projeto agrade os dois lados. Não só a dupla que o fez, mas também os fãs de música sertaneja, já que inclui grandes clássicos do mercado, como “Talismã”, “No rancho fundo”, “Sonhei com você”, “Camisa Branca”, “Diz pra mim” e tantos outros. No total, são 28 faixas, divididas em dois álbuns por décadas.

A escolha das faixas foi pensando não só no gosto pessoal de César Menotti e Fabiano, como no ouvido dos fãs, que já escutam por aí diversos clássicos repetidamente. “Fizemos uma coletânea de várias músicas e preferimos abrir mão daquelas que já tinham sido muito regravadas, daquelas que já eram clichês nas casas noturnas. Não pegamos o lado B. Pegamos um comercial, mas ao mesmo tempo, pegando algumas canções que não foram muito usadas ainda”, explicou César Menotti, que ainda fez uma breve crítica ao mercado ao explicar o motivo da repetição de artistas nas faixas selecionadas por eles. “Primeiro, são as pessoas que influenciaram nossa formação musical. E, segundo, nas décadas de 80 e 90, não tinha tantos artistas sertanejos tocando no rádio. Como tem hoje, que

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você liga o rádio e não sabem nem quem está cantando. Antes, a gente sabia quem eram as duplas. Tinha uma quantidade bem menor”.

Mercado

Mesmo com muitas opções, a dupla ainda não sabe se algumas delas vai se tornar música de trabalho. “É até possível. Porque a música no rádio começou a virar pra uma coisa romântica novamente. Está passando aquela onda do auê, daquelas coisas repetitivas. Então talvez tenha chance. Não é nossa intenção. Não gravamos isso aqui como projeto de carreira. É um projeto paralelo, que está surpreendendo a gente”, afirmou Fabiano.

A falta de uma música nos rádios também não será por muito tempo. Até porque, em breve, César Menotti devem iniciar o trabalho em um CD de carreira, atendendo aos pedidos de fãs e gravadora. “As pessoas querem novidades. Os que te ouvem e são seus fãs querem música nova”, afirmou César Menotti.

Sobre essa rapidez do mercado, César Menotti e Fabiano afirmaram que, apesar dessa necessidade comercial, eles apresentam um delay diante de outros artistas. “O mercado pede, mas a gente não se prende a isso. A gente lança CD a cada um ano e meio. A gente não vive essa pressão do mercado e muitas vezes somos até prejudicados por isso. Demora mais pra colocar música no rádio. Às vezes, você lança no rádio e demora para lançar o CD pronto”.

Enquanto o tal CD com novidades não chega ao mercado, vale (e muito) a pena relembrar os clássicos de outras duplas na voz de César Menotti e Fabiano.

César Menotti e Fabiano (Foto: AgNews)

 

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sexta-feira, 13 de junho de 2014 CD, Clipe, Lançamento | 18:26

Bate-papo sertanejo: João Bosco e Vinícius respondem perguntas de fãs e brincam com boatos de confusão no Grammy Latino

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João Bosco e Vinícius (Foto: Rosa Marcondes)

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João Bosco e Vinícius acabam de lançar o projeto “Inesquecível”. O álbum tem 14 faixas, quatro delas já trabalhadas no mercado. A atual é “Sorte é ter você”, que conta com um videoclipe muito bacana gravado no Uruguai e na Argentina. Antes de seguirem para as filmagens, a dupla acreditava que poderia aproveitar o passeio para curtir. “Ficamos lá três dias para a gravação do clipe e durante esses três dias, juntando tudo, a gente deve ter dormido no máximo umas oito horas. Porque a gente acordava muito cedo, gravamos de manhã, tarde, noite. No último dia, depois que terminou tudo, aí a gente foi almoçar e conseguimos curtir um pouco a tarde”, conto João Bosco em entrevista ao iG.

Mesmo com pouco tempo, Vinícius conseguiu trazer da viagem uma recordação para o resto da vida: “Minha mulher engravidou lá”, contou o sertanejo, que já é pai de uma menina de três anos.

O CD, que já teve as faixas “Girassol”, “Eu vou morrer de amor” e “Um lugarzinho na sua cama” trabalhadas, demorou dois anos para sair do forno. A demora (que valeu muito a pena, vale destacar), tem explicação. “Queríamos fazer um projeto que você pudesse dar o play na primeira música e ir até a 14ª sem pular nenhuma”, contou João Bosco.

O cantor garantiu que, durante o processo, a dupla ouviu mais de 800 músicas. Na humilde opinião desta colunista que vos fala, as faixas “84 tempos” e “Meu nome é paixão” são as melhores. Entre as mais agitadas, “Três pedidos” merece destaque e pode ganhar espaço nas baladas sertanejas.

Durante entrevista para o iG, João Bosco e Vinícius também falaram de outros temas, como os boatos de que teriam ganhado o Grammy Latino em 2011 por os jurados terem os confundido com João Bosco e Vinícius de Moraes. “Se for verdade, quem julgou é muito tantã da cabeça”, brincou João Bosco, que ainda afirmou levar na brincadeira as vezes que lhes fizeram esse tipo de comparação. “As pessoas perguntavam: ‘é João Bosco e Vinícius de Moraes?’. E a gente falava que só faltava o Toquinho”. Vinícius finalizou a história dizendo: “São histórias maldosas que o pessoal soltam”.

No bate-papo, a dupla ainda desmentiu qualquer desentendimento com Michel Teló e explicou o motivo do fim da parceria. Fora isso, responderam perguntas de fãs, contaram qual o presente mais ousado que receberam delas e contaram quais as músicas que gostam de curtir quando estão longe no trabalho.

Assista ao vídeo e confira entrevista completa com a dupla.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014 CD, Lançamento, Música | 16:52

Zezé Di Camargo: “Prefiro esquecer os três CDs anteriores ao ‘Double Face’”

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Zezé Di Camargo e Luciano lançam CD 'Teorias de Raul' (Foto: Claudio Augusto/Foto Rio News)

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Zezé Di Camargo e Luciano acabam de lançar mais um CD de carreira. Apesar de ser intitulado como “Teorias de Raul”, a dupla garante que não é nenhuma homenagem ao cantor Raul Seixas. “Ninguém está aqui prestando homenagem póstuma. Aliás, detesto isso. Posso fazer canções inspiradas nas pessoas, mas não homenagens”, afirmou Zezé. O cantor também contou que o nome do álbum veio da faixa “Letal”, que ele alterou o nome assim que leu a composição, por achar que parecia muito a história do roqueiro.

O sertanejo ainda explicou que sempre admirou Raul, mas nunca gravou nenhuma composição dele. “Nunca bebemos dessa fonte, mas a admiração era por ele ser um transgressor, debochado, maluco beleza mesmo”, afirmou o cantor, que confessou ter duas frustrações na vida: “não ter conhecido Raul Seixas e Chacrinha”.

Sobre Zezé falar sempre da preparação do álbum sozinho, Luciano explicou. “Zezé leva 300 horas para gravar o nosso CD. É uma coisa que faço em 20h. Por isso ele fala em primeira pessoa quando fala da produção”, contou o cantor, que ainda brincou: “Se você não fizesse, eu teria que fazer. Imagine a b****. Você acha que teríamos 23 anos de carreira?”.

Luciano também comentou que a introdução de “Flores em vida”, faixa que está sendo trabalhada nas rádios, lembra os acordes das músicas de Rihanna. O cantor ainda revelou: “Escuto Rihanna o dia inteiro, até na hora de malhar”.

Flores em Vida

A faixa trabalhada vai ganhar um videoclipe, previsto para ser lançado em julho. A atriz escolhida para dar vida à composição é Camilla Camargo, filha de Zezé. “Foi ordem do pai”, disparou Zezé. “Precisávamos de uma menina brejeira”, defendeu Luciano. O clipe vai chamar a atenção para acidentes causados pelo uso do celular na direção e terá a imagem de uma grave acidente, que será gravado em breve.

CDs passados

Zezé afirmou que, depois de 23 anos de carreira, fica mais difícil fazer um CD. “A manutenção da carreira é muito mais difícil”, explicou ele. Já para a escolha da música de trabalho, Luciano explicou que o processo é um pouco diferente do normal, por conter muitas canções de qualidade. “São muitas as músicas boas. Então o processo não é de escolha, é de exclusão”.

Questionados sobre como eles definem esse CD, Luciano foi direto: “o melhor da nossa carreira”. Mas Zezé, sem definir este trabalho, mostrou que essa resposta não é clichê para todos os seus álbuns. “O CD passado é bom, o ‘Double Face’ é maravilhoso. Mas os três anteriores a ele são CDs que prefiro esquecer, que não gosto. Estava em uma face ruim de voz”, explica o cantor.

Parcerias

O CD, que conta com 16 faixas, traz a “Do outro lado da moeda”, que está no CD de Gusttavo Lima e tem a participação do cantor. Assim, a dupla falou sobre as influências que tem com as parcerias com cantores mais jovens. “Há um intercâmbio entre a gente e eles. Eu cresci aprendendo a cantar com Milionário e José Rico. E ao mesmo tempo, posso cantar ‘Flores em Vida’, que não tem nada a ver com eles”.

Vai ter Copa, mas não terá DVD nem navio

O CD “teorias de Raul” será o único lançamento de Zezé Di Camargo e Luciano neste ano. De acordo com Zezé, a Copa do Mundo atrapalhou um pouco os planos da dupla. Assim, em 2014, não haverá nem gravação de DVD nem o tão aguardado Cruzeiro “É o Amor”.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 CD, DVD, Entrevista, Lançamento, Música | 22:44

Chitãozinho: “Hoje a gente cobra mais caro, faz menos shows, mas se diverte muito mais”

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Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó durante gravação do DVD na Woods (Foto: Rosa Marcondes)

Um ano e três meses após a gravação do DVD “Do tamanho do nosso amor”, Chitãozinho e Xororó, finalmente, lançaram o trabalho, que foi registrado na Woods e, inicialmente, se tornaria apenas um CD. A demora se deu por diversos fatores, mas, como já dito pela dupla em outra ocasião, chegou em boa hora: perto do Natal, quando as vendas estão mais aquecidas. O CD deste trabalho traz 14 faixas, entre elas, a que dá título ao álbum e que conta com a participação de Fernando e Sorocaba. Já o DVD, um pouco mais recheado, dá ainda mais espaço para o trabalho da dupla e traz 21 canções, além de duas faixas extras. Entre elas, a gravação de “Evidências” apenas com o público da casa noturna cantando.

“Evidências”, aliás, é uma das canções mais pedidas da dupla e que não pode faltar nunca no repertório. Assim como “Fio de Cabelo”. As duas superam toda a inovação que Chitãozinho e Xororó quiserem inserir no novo trabalho, com novas batidas e uma levada mais jovem. E Xororó tem a explicação do porque, entra ano, sai ano, elas seguem na lista das mais pedidas e cantadas. “Foi feita uma pesquisa e ‘Evidências’ é a música mais cantada no Karaokê. Acho que todo mundo sabe cantar essa música. E ‘Fio de Cabelo’, é porque foi a primeira música a romper a barreira do preconceito, foi a primeira música nossa a ser tocada na FM e a mais vendida naquela época”, explica o sertanejo, que garante não se cansar de cantar nenhuma delas em todos os shows. “Cada show tem uma emoção diferente. E a resposta do público é sempre muito fantástica. A gente fica fascinado. Cada apresentação sempre tem uma particularidade. E é isso que nos motiva a continuar sempre cantando há tanto tempo”.

Concorrência

Apesar de querer trazer um arranjo mais jovem para o trabalho e chamar Fernando Zor para tal desafio, a dupla mostra que a iniciativa não é por medo da concorrência acirrada do sertanejo atualmente. Embora tenham muitas duplas no mercado, Chitão garante que não há dificuldade para eles em se manter no mercado. “Temos um público consagrado e uma coisa bacana que acontece agora, com esse movimento da música sertaneja mais atual, é que o público de agora canta as músicas antigas nossas e de outros artistas também. Então nosso repertório está muito presente nos shows dos mais novos. Hoje, para nos, é tudo uma curtição. Parece que a gente está sempre comemorando esses anos que conquistamos de carreira”, afirmou o cantor.

Chitão ainda mostrou que, não apenas se diverte mais, como ganha mais dinheiro no novo cenário musical. “Hoje, a nossa carreira é mais organizada. Já andamos muito de ônibus, de carro, de avião de carreira. Hoje, a gente tem uma possibilidade de ter uma qualidade de vida muito melhor, sonhada por muitos artistas. Não temos nada para reclamar. A gente trabalha sério, cobra um pouco mais caro, faz menos shows, tem muito mais qualidade de vida e se diverte muito mais”, garantiu.

Xororó mostrou que essa questão de número de shows foi muito bem planejada. A dupla faz de quatro a oito shows por mês e não quer nem pensar em fazer mais do que isso. “A gente reduziu mesmo a quantidade de shows para a gente ter um pouco mais de tranquilidade e viver mais, viajar mais, curtir mais a vida”, garantiu Xororó.

Vida nos cinemas

Não é novidade que a vida de Chitãozinho e Xororó pode virar filme em breve. “A historia do filme já existe há bastante tempo. Antes mesmo de ‘Dois Filhos de Francisco’, existe essa proposta. Vários diretores querendo fazer nossa história, e a gente está aguardando um momento mais oportuno. Mas nossa história deve virar um filme também”, afirmou Xororó.

Há também uma possibilidade de um musical. Mas, independente do que virar a história da dupla, eles garantem que não existe nada que precisem esconder. “Mas acho que a vida profissional é uma coisa, e a particular é outra. E tem que se respeitada também a  individualidade de cada um. Ninguém gosta de ver a vida particular exposta por um terceiro que não tem todas as informações que a própria pessoa tenha”, afirmou Chitão, que, como o irmão, não costuma ver muitas manchetes sobre sua vida particular espalhadas nos jornais e revistas.

“Nossa história é tão rica, são 43 anos de muita música, e a gente sempre foi muito aberto com nossos fãs, com a própria mídia. Nunca tivemos problemas. Não temos o que esconder, felizmente. Aquilo que é verdade sempre tem a longevidade. Temos tanta coisa para falar de música, que a parte mais íntima fica pra gente somente”, completou Xororó, mostrando que, no cinema, nos palcos ou em páginas de livros, qualquer história da dupla deve ficar restrita aos anos de carreira musical.

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

Chitãozinho e Xororó (Foto: Rosa Marcondes)

 

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