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terça-feira, 11 de junho de 2013 Música, TV | 13:43

Pedro Leonardo sobre fim da dupla: “Minha voz não está legal para cantar”

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Pedro Leonardo deixa dupla e assume posto de apresentador (Foto: André Giorgi

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Pouco mais de um ano após sofrer um grave acidente de carro, Pedro Leonardo está cheio de novidades. Umas boas, outras nem tanto. Ao menos para os fãs da dupla Pedro e Thiago. Recentemente, o filho de Leonardo anunciou o fim de sua parceria musical com o primo.

Pelas redes sociais, Thiago deixou claro que a decisão não teria partido dele e, sim, de Pedro. “Foi uma decisão técnica, do acidente. Minha voz não está legal para cantar e, voltar a cantar com a voz do jeito que está, eu não volto”, contou ele, que inicia, então, uma nova fase na carreira. Ainda no meio musical, ele vai estrear como apresentador do “Festival Sertanejo”, novo reality do SBT, que entra no ar neste sábado (15).

Leia mais: Leonor Corrêa sobre “Festival Sertanejo”: “Não é um reality de quem pegou quem”

Pedro estará ao lado de Helen Ganzarolli e da dupla Hugo e Tiago na atração. Com o início da nova etapa profissional, o cantor quer se dedicar exclusivamente a esse posto. Mas garante que o ingresso no reality não teve nenhuma interferência no fim da carreira musical. “Eu jamais enrolaria meu primo mais um ano na vida dele. Ele me esperou. Fez uns shows sozinho, mas ele me esperou. E eu jamais falaria para ele: ‘Primo, vamos ver mais um ano’”.

Confira o bate-papo que Pedro Leonardo bateu com o iG na Casa Sertaneja, espaço que vai abrigar os participantes do programa durante os dias de atividades da atração.

iG: Você está totalmente preparado para apresentar o programa?
Pedro Leonardo:
Preparadíssimo. Estou com saudade de trabalhar, de fazer uma coisa boa e, quando recebi esse convite, fiquei muito feliz de poder participar. Vai ser muito bacana. Conhecer a melhor música inédita do ano, trabalhar com música, que é uma coisa que faço desde os 12 anos de idade, para mim, foi muito bom.

iG: Tem recebido dicas de alguns apresentadores, de alguém?
Pedro Leonardo:
Ainda não. Recebi um conselho do meu pai: “Meu filho, seja você. Nunca tente interpretar ou fingir que você é outra pessoa”.

iG: Foi por causa do programa que você decidiu largar a carreira musical?
Pedro Leonardo:
Não. Foi independente. A minha voz, para cantar, ainda não está legal e eu jamais enrolaria meu primo mais um ano na vida dele. Ele me esperou. Fez uns shows sozinho, mas ele me esperou. E eu jamais falaria para ele: “Primo, vamos ver mais um ano”. Vou fazer o que consigo fazer e o que gosto de fazer. A Leo (Leonor Corrêa, diretora da atração) elogiou meu trabalho. Claro, tem coisas para melhorar, não é perfeito. Mas quero focar  e me dedicar a apresentar o “Festival Sertanejo”.

iG: Você comentou que não deixaria seu primo te esperando por mais um ano. Então essa decisão é apenas uma pausa, e não o fim da sua carreira musical?
Pedro Leonardo:
Falei para ele seguir os caminhos dele. E ele está seguindo, está trabalhando com um pessoal do nordeste muito bacana. Está seguindo os passos dele.

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iG: E ele parece ter ficado chateado com isso, porque, todo o tempo, ele comentou que tinha sido uma decisão sua…
Pedro Leonardo:
Foi, mas não foi uma decisão minha. Foi uma decisão técnica, do acidente. Minha voz não está legal para cantar e, voltar a cantar com a voz do jeito que está, eu não volto.

iG: Quando você estava internado, já pensava nisso?
Pedro Leonardo:
Não. Só percebi quando tomei alta, que parei os atendimentos no Sírio Libanês, e lá no CRER, que é em Goiânia um Sírio Libanês aberto ao povo, minha musicoterapeuta Ana Rita, começou a me incentivar a trabalhar a voz. Ela falou: ‘Pedro, as cordas vocais são músculos e você ficou sem usar trinta dias. Depois que você acordou, ficou mais trinta dias até falar normal. Então isso só volta com o tempo. Da mesma forma que pode voltar amanhã cedo, pode demorar’.

iG: Teoricamente, então, você ainda está em tratamento?
Pedro Leonardo:
Meu tratamento vai ser, não que eu fale eterno, mas sempre tem o que melhorar. Eu quero melhorar, fazer tratamento de tal coisa, disso, daquilo, tem que estudar, fazer aula. Minha vida está presa nisso daí para o resto da vida.

iG: O que você pretende estudar? Algo focado em apresentação?
Pedro Leonardo
: Esse trem de aula…cantar e apresentar a gente não aprende. Você faz ou você não faz. Claro, tenho que melhorar. Conforme for o desenrolar da carruagem, a Leonor falar: “Pedro, você tem que melhorar tal coisa”, a gente vai lá e faz.

iG: Ela ajuda nisso então, no que você tem ou não que fazer? Que dicas ela te dá? (Nesse momento, Leonor entra na sala de entrevistas)
Pedro Leonardo: Estamos falando mal de você (risos)

iG: Que conselhos você costuma dar para Pedro, Leonor?
Leonor Corrêa:
O Pedro foi um ganho na minha vida, pessoal e profissional. Ele é um doce de menino. Conviver com ele tem sido muito bom. Nós fizemos essas viagens para Campo Grande e Cuiabá, demos muita risada. Ele está num momento de renascimento profissional também, é uma nova profissão que ele está descobrindo, e ele tem muito talento. O carisma desse menino, onde ele vai, todo mundo para. E ele é extremamente espirituoso, inteligente, e dá para ver muito isso no programa. As reportagens estão muito divertidas. O humor dele é um humor inteligente…

Pedro Leonardo: Leo, estou me achando…. (risos)

iG: Quais eram suas metas e sonhos antes do acidente e, hoje, o que mudou?
Pedro Leonardo:
Mudou tudo porque não lembro de nada de antes (risos). Então minha meta e meu sonho sempre foram esse, o “Festival Sertanejo”.

Leia mais: Leonardo: “Estou pensando em dar um tempo nessa coisa de cantar e vou virar empresário”

iG: Existe previsão para próximas edições do “Festival Sertanejo”?
Pedro Leonardo:
Tem que fazer este dar certo primeiro (risos).

iG: Assistia o “Sabadão Sertanejo” quando criança?
Pedro Leonardo:
Demais da conta. Onde meu pai estava, a gente saia correndo atrás. O primeiro programa que fiz foi aqui na casa (no SBT), foi o “abrindo a porta da esperança”, com Leandro e Leonardo, 1994. Eu tinha sete anos. Bom demais!

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012 Música | 18:59

Tonico e Tinoco são eleitos pelos internautas do iG a melhor dupla sertaneja da história

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Tonico e Tinoco vencem enquete do iG (Foto: Reprodução)

Referência para grande parte das duplas sertanejas, Tonico e Tinoco foram eleitos pelos leitores iG a melhor dupla sertaneja da história. Em enquete, os irmãos concorreram contra Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xoxoró, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano e Bruno e Marrone, e levaram mais de 20 mil votos. (confira em tabela abaixo o resultado final).

Tonico e Tinoco iniciaram a carreira em 1930. A dupla, que viajou o Brasil, realizando mais de 40 mil apresentações, marcou a história da música com canções como “Chico Mineiro”, “Moreninha Linda” e “Tristeza do Jeca”. Durante os mais de 60 anos de carreira, lançaram 60 discos e venderam mais de 150 milhões de cópias.

Leia mais: Milionário : “Tem vários artistas que cantam sertanejo, mas não sabem o que é o sertanejo”

Em 1994, Tonico morreu após cair na escada do prédio onde morava e Tinoco seguiu fazendo shows pelo Brasil até 2012, quando morreu vítima de insuficiência respiratória aos 95 anos.

Tive o prazer de entrevistar Tinoco em 2010 para meu projeto de conclusão de curso de Jornalismo, quando ele contou que não juntou tanto dinheiro quanto os sertanejos da atualidade, pois preferia ajudar os mais necessitados. “Eu nunca quis que jornal soubesse, eu fazia pra mim. Me sentia bem. Já passamos fome, humilhação, sempre fomos pobres alegres, cantando”, contou Tinoco na ocasião, ainda com o sotaque caipira, assim como na canção “Chico Mineiro”.

Mesmo já aposentado e recebendo apenas sete salários mínimos, o sertanejo seguia no batente para pagar o tratamento contra o câncer de sua mulher, que morreu pouco depois. E Tinoco não tinha a intenção de parar seu trabalho com a música tão cedo. Infelizmente, faleceu antes de ter seu pedido atendido: “Já pedi pra Deus me deixar até cem anos cantando”.

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Leia mais: Chitãozinho fala sobre parceria com Fernando e Sorocaba: “Procuramos a dupla exatamente para poder modernizar”

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Tonico e Tinoco são eleitos pelos leitores do iG a maior dupla da história do sertanejo

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012 Música | 17:09

Quem você considera a melhor dupla sertaneja da história?

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Bruno e Marrone (AgNews)

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Se nos últimos anos muitas duplas surgiram no mercado sertanejo e ficaram marcadas apenas por um sucesso, algumas já fazem parte da história da música brasileira e deixaram seus nomes registrados.

O iG selecionou seis delas e quer saber qual você considera a melhor dupla sertaneja da história. Para votar, acesse a página principal do iG. Confira os concorrentes:

Bruno e Marrone – Marcaram o início dos anos 2000 com o hit “Dormi na praça”, gravado posteriormente em diversos ritmos. Desde então, não largaram mais as paradas de sucesso, eternizando músicas como “Inevitável”, “Por um minuto” e “Choram as rosas”.

Chitãozinho & Xororó – Com 40 anos de sucesso, a dupla deixou clássicos como “Fio de Cabelo” e “Evidências” registrados na história da música sertaneja.

Leandro & Leonardo – Inspiraram diversas duplas nas décadas de 1980 e 1990. “Cadê Você” e “Não aprendi dizer adeus” são algumas das canções que marcaram época e a história da dupla.

Milionário & José Rico – Responsáveis pela canção “Estrada da Vida”, que acabou dando o tom para um filme homônimo sobre a história da dupla, são umas das duplas mais antigas em atividades, mesmo encarando uma separação.

Tonico & Tinoco – Considerada uma das principais duplas, marcaram época com suas canções “Moreninha Linda”, que ainda figura forte em festas juninas; e “Chico Mineiro”, um clássico do sertanejo.

Zezé Di Camargo & Luciano – Apesar dos 20 anos de carreira, seguem nos topos das paradas de sucesso, além de fazerem história com canções como “Dois corações e uma história” e “No dia em que eu saí de casa”, que embalou o filme “Dois filhos de Francisco”, inspirado no enredo dos irmãos.

Se você não concorda com a seleção, deixe nos comentários ao final da página sua sugestão de nomes sobre qual dupla sertaneja considera a melhor da história.

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