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quarta-feira, 12 de setembro de 2012 Música, Sem categoria | 08:00

Thaeme: “A música ‘Tcha Tcha Tcha’ foi importante para alavancar, mas eu não gravaria mais”

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Thaeme e Thiago são os responsáveis pelo show na inauguração da OutLaws (Foto: AgNews)

Nesta quinta-feira (13), São Paulo vai ganhar mais uma casa sertaneja. Anderson Ricardo, empresário de Luan Santana, vai inaugurar uma balada que vai competir com a Woods e o Villa Mix, na capital paulista. Batizada de OutLaws, a casa vai ocupar o prédio que já foi da badalada Mokaï, na Rua Augusta, 2805. Anderson não estará sozinho na empreitada. O empresário terá como sócio Marcus Buaiz, que já comanda a Royal, outra casa noturna de São Paulo, esta voltada para quem gosta de música eletrônica.

O espaço que vai abrigar a OutLaw foi todo reformado e o investimento foi de R$ 8 milhões. Para o show de inauguração, a dupla escolhida foi Thaeme e Thiago. Apadrinhados por Fernando e Sorocaba, eles acabam de lançar o CD e DVD “Ao Vivo em Londrina”.

Thaeme é vencedora do reality musical “Ídolos”, quando ele ainda era do SBT; enquanto Thiago é compositor de grande parte das músicas do novo álbum, além de muitos hits de outros músicos, como “Te Vivo”, em parceria com Luan Santana.

Com a agenda repleta de shows e participações em programas de TV, a dupla começa a sentir o reconhecimento nas ruas e a mudança nas atitudes daqueles que não os ajudaram no início da carreira. “No começo, a música ‘Ai que dó’ era muito mais forte que o nome Thaeme e Thiago”, compara a cantora. “Nisso aí eu sinto uma diferença muito grande. Antigamente falava Thaeme e Thiago, falava ‘oii?’. Agora, pode até não conhecer a imagem, mas já estão conhecendo muito”, completa Thiago.

iG: As pessoas agora tratam vocês diferente?
Thiago: Tratam. Os amigos, os invejosos…

iG: Tem mais amigo agora?
Thiago: Todo mundo é amigo agora (risos)

Thaeme: Tenho que redobrar os cuidados com relação aos meus amigos, que conviveram comigo, porque agora tem uma cobrança maior pelo fato de eu ter menos tempo. Sinto que meus amigos, até família mesmo, ficam com medo de ter uma mudança de minha parte. Tem até umas pessoas que trabalhavam comigo e antes não davam muita moral e, agora, voltaram. Muita gente que nem dava muita bola, que poderia ter ajudado bastante e não ajudou, e agora pede cortesia, fala que quer me ver no show.

iG: Você falou que teve gente que não apoiou no começo. Depois do “Ídolos”, você sentiu falta desse apoio que tem agora?
Thaeme: Nossa, muito. De várias pessoas na verdade. As pessoas voltaram. Todos que desapareceram pós “Ídolos”, quando não estava indo bem e acabou meu contrato com a Sony, as pessoas desapareceram mesmo.

iG: Essa foi a parte mais difícil de sua carreira?
Thaeme: Foi. Eu não sabia se voltava pra minha área de Farmácia, porque sou farmacêutica; se tocava em banda-baile, nossa, tava completamente indefinida. Não estava conseguindo mais me sustentar, sendo que tive uma exposição muito grande. Minha cabeça estava muito confusa. Mas acho que também era por causa do estilo. O pop não estava muito legal, continua não estando em alta no Brasil. Acho que o sertanejo está dominando tudo.

Thaeme e Thiago (Foto: AgNews)

iG: Vocês não acham que o sertanejo terá uma queda?
Thiago: Não. Mas acho que esse mercado de falar besteira vai acabar. Esses funknejos falando a mesma coisa. Até a gente gravou uma música que fiz (Tcha Tcha Tcha), mas a melodia nossa não era nem a intenção tanto de baixaria, de jeito nenhum.

iG: O foco de vocês é um lado mais romântico?
Thiago: Um lado mais romântico, mas pode também ter uma brincadeira, como “Ai, que dó”. Mais uma brincadeirinha mesmo, tirando sarro um do outro. Não apelar com sexo nem bebida, que não é nossa praia não.

iG: Para você, que compõe grande parte de suas músicas, é mais fácil para filtrar o que quer?
Thiago: A gente quer focar no comercial, mas sem apelar.

Thaeme: Queremos fazer algo que não seja descartável. A “Tcha Tcha Tcha” mesmo. A gente gosta, a experiência foi boa, foi importante pra alavancar, tocou demais, mas eu não gravaria mais.

Thiago: Graças a Deus, a música mais tocada em nossos shows é uma música romântica, que é “365 dias”.

iG: Tem alguma relação com alguma história de algum de vocês?
Thiago: Eu estava sofrendo na época (risos). Tinha terminado um namoro, mas a música não tinha nada a ver. Eu estava num momento mais sensível.

iG: Isso interfere na hora de compor?
Thiago: Vi uma frase do Nelson Rodrigues, falando que o poeta sem sofrimento está fadado ao fracasso. Tem que sofrer pra escrever. Se eu pegar o violão todo dia e quiser fazer 10 músicas por dia, eu faço. Pode até ficar legal, mas não sei se vai me agradar.

Thaeme e Thiago (Foto:AgNews)

iG: Vocês já sofreram algum preconceito por não formarem a tradicional dupla sertaneja?
Thiago: Nunca sofremos. Acho que o que importa é o que você canta, se canta falando a verdade, com amor. Acho que esse pessoal da velha guarda critica justamente esse negócio da pornografia, da baixaria. Ou a qualidade musical. No nosso caso, a Thaeme canta muito bem. O cara pode falar que não gosta da voz dela, mas ela canta bem. Quem entende de música sabe.

Thaeme: Eu vim do pop. Tenho um público grande que me acompanhou desde a época do “Ídolos” e foi o maior presente para mim. O pessoal do pop é bem preconceituoso e uma galera passou a curtir sertanejo.

iG: Essa mudança de estilo, não incomoda quem é do sertanejo?
Thaeme: Já escutei bastante, “ah, mudou de estilo, porque é o que tá pegando”. Claro, eu mudei de estilo, porque surgiu uma oportunidade super importante na minha vida com o Sorocaba e ele falou que desenvolveria um trabalho comigo se eu migrasse para o sertanejo. Isso aconteceu, mas se eu não gostasse do estilo, não iria gravar. Sou apaixonada pelo estilo. Meu avô tinha dupla sertaneja, cresci ouvindo. Para mim, não foi nem um pouco difícil.

iG: E você, Thiago, o que mais gosta de ouvir?
Thiago: Gosto de ouvir bastante coisa romântica. Fabio Jr, Roberto Carlos, Luis Miguel, Ana Carolina, gosto muito do Fernando e Sorocaba, Jorge e Matheus.

iG: Qual o peso das redes sociais na carreira de vocês?
Thaeme: É superimportante. Uso demais, porque gosto de saber o que as pessoas estão achando do nosso trabalho. Curto muito. Até pelo fato… eu era muito fã de Sandy e Jr., então eu á estive do lado do lá, então sei o que o fã espera do ídolo. Então, gosto de responder.

iG: O que o fã espera do ídolo?
Thaeme: Ah, eu esperava uma resposta, um olhar, um sorriso no show.

Thiago: Acho que o ídolo acaba virando um herói. Eu era fã do Alexandre Pires. Ele era como se fosse um herói pra mim. Eu achava o máximo ele arrumar uma namorada bonita, eu falava que queria ser igual a ele.

Thaeme: O que eu mais esperava, por exemplo, era que a Sandy continuasse sendo minha referência. Eu queria que ela fosse certinha, porque eu fui criada da mesma maneira que ela. Minha educação foi bem parecida.

iG: Ela te decepcionou em algum momento nesse sentido?
Thaeme: A Sandy? Não, não. Ela é toda certinha.

iG: Nem quando ela fez a propaganda da Devassa?
Thaeme: Não, não. Tanto que fui eu que gravei a voz dela para o comercial. O mundo é cheio de coincidências. Fui eu que gravei aquela voz do “Conga La conga”. Eu não sabia que era ela que seria a garota propaganda. Eles mandaram eu gravar e falaram que seria uma menina. Ai, depois, era a Sandy, quase tive um treco.

iG: Ela ainda é sua maior referência musical?
Thaeme: Na verdade, ela mudou o estilo dela e o trabalho de hoje não é o que curto escutar. De palco, hoje, gosto muito de Ivete Sangalo. E forma de tratar fã e o jeito de ser com todo mundo é o Daniel. Ele, pra mim, é referência master.

Thiago: Sempre fui muito mais o jeito da Ivete que o da Sandy. Acho que a Ivete não é vulgar, mas é mais humana, mais próxima da realidade.

iG: Como que vocês projetam a carreira de vocês, daqui cinco, dez anos?
Thiago: Eu sonho em escrever nosso nome na história da música. Igual Zezé, Fernando e Sorocaba. Acho que se a gente trabalhar, se dedicar, Deus ajuda.

Thaeme: Quero marcar.

Thaeme e Thiago (Foto: AgNews)

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012 Canja, Música | 17:15

André e Kadu se apresentam no “Canja” do iG nesta terça-feira (04)

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André e Kadu (Divulgação)

Nesta terça-feira (04), André e Kadu vão mostrar um pouquinho do show da dupla no “Canja”, do iG. Os músicos estarão ao vivo, às 19h, no estúdio para mostrar a mais nova canção “Na minha casa ou na sua”, além dos sucessos “24 horas”, “Coladinho”, entre outras músicas.

Assista aqui: Canja com André e Kadu às 19h desta terça-feira (04)

Estas duas últimas, escritas por eles, também fazem parte do álbum “Quando chega a noite”, de Luan Santana.

Além da parceria com Luan, André e Kadu já gravaram com Marcos Belutti e terão uma de suas canções no novo álbum de JorgeMatheus, gravado em Florianópolis no início do ano.

Em entrevista recente à coluna, André e Kadu falaram sobre o assédio das fãs e os mimos que recebem delas: “A gente tem ganhado muitos presentes femininos meio exóticos”.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012 DVD, Gravações, Música | 15:08

Luan Santana: “Minha vida é totalmente diferente da vida das pessoas comuns, mas a gente também é ser humano”

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Sertanejos gravam 2ª edição do Villa Mix em Goiânia (Foto: Claudio Augusto)

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Sertanejos gravam 2ª edição do Villa Mix em Goiânia (Foto: Claudio Augusto)

Pela quinta vez consecutiva, Luan Santana se apresentou na Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo. No camarim, na noite deste domingo (19), o músico analisou sua carreira ao longo desse período.  “Depois de cinco anos, muita coisa mudou na minha carreira. Acho que hoje está muito mais consolidado do que o primeiro ano que me apresentei aqui. E a galera vem em peso. Hoje é um show mais que especial, porque é totalmente beneficente”, contou o músico, que doou seu cachê da apresentação para o Hospital do Câncer de Barretos. Logo em sua chegada ao Parque dos Peões, Luan mostrou o quanto encanta as fãs. Um grande grupo de mulheres e crianças o aguardavam na porta do camarim e não segurou o choro e os gritos ao ver o ídolo.

Leia também: Luan Santana “envelhece” e atua em primeiro clipe

Videoclipe

No show, Luan Santana transmitiu pelo telão o clipe de “Te Vivo”, onde o músico atua e se transforma em um idoso. A maquiagem para a interpretação foi um processo a parte durante a produção do vídeo. “O processo de envelhecimento foi feito pela mesma equipe que trabalhou no filme ‘O curioso caso de Benjamin Button’, que é uma superprodução de Hollywood. Eles levaram duas semanas para fazer aqueles moldes, aquelas máscaras, desenvolver todo o processo, e mais de três horas para montar em mim. Fiquei três horas e dez com os olhos fechados e eles montando a máscara em mim”, contou Luan, que fica irreconhecível no vídeo.

Leia mais: Gusttavo Lima rouba cena em gravação de DVD de Henrique e Diego

Academia e vida noturna

Luan contou ainda que vem tentando se dedicar à malhação. Com o corpo em forma, ele explicou que a mudança no visual é resultado de um personal, que o acompanha pelos shows. “Estamos tentando pegar firme. Às vezes a correria não deixa, mas estou tentando. Às vezes acontece de malhar depois do show, na madrugada, mas as vezes acontece de ser a tarde, quando estou mais tranquilo”, contou Luan, que no tempo livre, no Rio de Janeiro ou em São Paulo, tenta curtir a noite ao lado de amigos.

O músico contou que, apesar da fama, não deixa de fazer o que gostaria, como sair de balada. “Eu tenho tempo para mim, tenho que arrumar um tempo para me divertir também. A vida é muito corrida, é totalmente diferente da vida das pessoas comuns, mas a gente também é ser humano. Tem que arrumar um tempinho só. Essa semana eu estou indo pescar”, adiantou Luan.

Leia mais: Gusttavo Lima: “Sinto que estou cantando melhor”

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domingo, 29 de julho de 2012 Clipe, Música | 22:05

Luan Santana “envelhece” e atua em primeiro clipe

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Luan Santana envelhece para gravar seu primeiro videoclipe

Assim como Marcos e Belutti, Luan Santana também investiu em videoclipe com histórias. Longe dos vídeos gravados nos palcos, com cenas de shows ao vivo, o músico atuou no trabalho feito para “Te Vivo”.

Para a gravação, Luan usou muita maquiagem e ficou irreconhecível na pele de um idoso. Na história, o casal supera barreiras de distância, problemas de saúde e o tempo. A música, que já é para lá de romântica, ganha um toque especial com o vídeo.

Clique aqui e confira o primeiro videoclipe de Luan Santana.

Leia também: Marcos e Belutti: “A MTV ainda torce o nariz para o sertanejo”

Luan Santana em cena de clipe

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terça-feira, 24 de julho de 2012 Entrevista, Música | 12:20

André e Kadu: “A gente tem ganhado muitos presentes femininos meio exóticos”

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André e Kadu (Divulgação)

Talvez você ainda não tenha ouvido falar de André e Kadu, mas se é fã de Luan Santana, já cantou ao menos duas músicas da dupla. “Coladinho” e “24 horas” são duas composições  dos cantores que compõem o álbum “Quando chega a noite”, de Luan. Mas também fazem parte do CD da dupla, que vem ganhando espaço e selando cada vez mais parcerias. Além de Luan, André e Kadu já gravaram com Marcos e Belutti e terão uma de suas canções no novo álbum de Jorge e Matheus.

E prometem novidades por aí. “Estamos em São Paulo gravando e preparando nossa nova música de trabalho, que vai entrar com clipe. Vamos fazer um lançamento bem diferente”, conta André, fazendo suspense sobre os próximos passos da dupla, que escolheu Campo Grande para trabalhar.

No último final de semana, André e Kadu subiram ao palco com Luan para mostrar um pouco do trabalho deles para as fãs do intérprete de “Meteoro”, “Nega”, “Te vivo”, entre outras. À coluna, falaram um pouco sobre a relação que tem com o cantor. “Nosso primeiro contato foi muito bacana, a gente se identificou em várias coisas. Desde esse momento, a nossa amizade vem crescendo bastante. Tanto é que a gente não costuma cantar nos eventos dele. A gente está sempre assistindo aos shows, tem uma relação muito bacana com o pessoal em geral da equipe, da banda do Luan, e com o Luan também”.

Confira bate papo com a dupla durante o show de Marcos e Belutti, que eles aproveitaram para curtir durante a estada por São Paulo.

Leia também: Marcos e Belutti: “A MTV ainda torce o nariz para o sertanejo”

iG: Muitos artistas atualmente estouram após um jogador de futebol levar a coreografia de uma canção para os campos ou, então, como aconteceu como vocês, de um músico já consagrado no meio, gravar uma composição. Esses são os melhores meios de divulgação hoje em dia?

Kadu: Hoje em dia tem as redes sociais, Youtube, Facebook, que é um meio muito importante. É o meio mais fácil de a gente chegar a outros lugares.

André: Mas acima de tudo, a música precisa ser boa.

André e kadu cantam com Luan Santana

iG: Você já comentou que a gravação da música “24 horas” tinha ficado muito boa na voz de Luan. Acha que ficou melhor do que com vocês?

Kadu: Achei que ficou muito boa, que ficou a cara dele. Acho que na gravação dele, ele conseguiu colocar o estilo Luan Santana. Não achei que ficou nem melhor nem pior, achei que ficou diferente e muito boa.

iG: Nesses dois anos de carreira, o que mudou na vida de vocês?

André: A correria, a  falta da família, a experiência, a maturidade, o coração que só vive sofrendo, que não dá tempo de arrumar namorada…

Kadu: A conta bancária ainda não, mas daqui a pouco (risos).

iG: Falando em conta bancária, hoje os sertanejos estão ganhando muito mais dinheiro do que no passado. Qual um sonho de consumo de vocês?

André: Acho que a gente já está vivendo um sonho, que é poder trabalhar com o que a gente ama, 24 horas. O dinheiro vai ser uma consequência. Então a gente está esperando. Não temos pressa, a gente não está passando fome. Pelo contrário, estamos vivendo muito bem. E é sempre pensando em crescer, não só pensando no dinheiro. É fazer o nosso nome e realmente mostrar o que a gente veio mostrar: nossa música. A gente quer que as pessoas conheçam, gostem e se identifiquem com nossa música. Isso vai ser o maior prêmio de nossa vida.

iG: Mas a hora que esse dinheiro vier, qual seria o primeiro investimento, falando em sonho material.

André: Um camaro amarelo (risos)

Kadu: Todo mundo quer ter casa própria, casar um dia, ter filhos, ter um carrão importado para dar umas voltas em São Paulo (risos).

André: Acho que é isso, a gente poder comprar uma casa, ajudar nossa família, e também algumas coisinhas a mais.

iG: E o assédio da mulherada, mudou nesses dois anos de carreira?

André: Mudou, o Kadu não consegue mais andar na rua. Brincadeira.

Kadu: Mas muda. Isso a gente vê como consequência de um trabalho bem feito. Quando rola esse tipo de assédio, quando te param na rua, quando alguém puxa, arranha, é tudo consequência de um trabalho. Então a gente fica super feliz com isso.

André: Ultimamente a gente tem ganhado até muitos presentes femininos meio exóticos. Mas é gostoso esse carinho do público feminino.

iG: Qual foi o presente mais exótico?

André: Acho que foi a última calcinha usada que o Kadu ganhou.

Kadu: Kadu, não. O André e Kadu ganharam.

iG: E metas? Aonde querem chegar?

André: Acho que o céu é o limite.

Kadu: A nossa meta é não parar, é correr, está sempre na estrada, 20, 30 shows por mês.

André: 20, 30 anos de carreira, tocando para casa cheia, ver a galera cantando nossas músicas. Esse é nosso principal objetivo.

André e Kadu com Luan Santana nos bastidores (Foto: Divulgação)

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